Prédio, na Vila Antártica, está fechado desde julho do ano passado. População precisa ir ao IML santista (Alexsander Ferraz/AT) Com previsão inicial de dois meses de obra, contados a partir de julho do ano passado, deverá ser reaberto somente no mês que vem o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande. Enquanto isso, quem depende de serviços do órgão precisa se deslocar ao IML de Santos, no Estuário. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O prédio, localizado na Rua José Júlio Martins Batista, na Vila Antártica, está interditado. A Prefeitura de Praia Grande informou que os serviços estão terminando, e o prédio deve ser entregue ao Estado até o fim do mês. A Administração salientou que o local passou por reparos a pedido da Polícia Técnico-Científica do Estado: rede elétrica, pintura e manutenção de cobertura, troca de piso, sistemas de circulação e exaustão do necrotério, instalação de coberturas de policarbonato e estruturação da Sala Lilás, voltada ao atendimento de mulheres vítimas de violência. A Secretaria Estadual de Segurança declarou, por meio da Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC), que o prazo de entrega da obra está previsto para agosto. VAIVÉM A questão do IML na Baixada Santista tem sido um desafio nos últimos anos. Em Praia Grande, o IML já havia sido fechado para uma grande reforma entre 2013 e 2017. De 2020 a 2023, o local ganhou protagonismo por ter se tornado o único da região onde havia exames de corpo de delito, necroscópicos e de onde se liberavam cadáveres. Tal situação sobrecarregou a unidade. OS MAIORES Com a reabertura do IML de Santos, no ano passado, a expectativa era a de que, enfim, houvesse dois locais de atendimento em funcionamento nas cidades com o maior número de habitantes da região — Santos e Praia Grande. A abertura simultânea das unidades, porém, durou poucos dias: o IML praia-grandense foi fechado na sequência. Em reunião na última semana, em São Paulo, a questão do Instituto Médico Legal de Praia Grande foi um dos temas abordados pelo Alberto Mourão (MDB) com o secretário de Segurança Pública do Estado, Guilherme Derrite.