Considerado o mais caro do País, ele teve reajuste de 5,16% no dia 1º de julho de 2025 (Reprodução / Ecovias) As tarifas de pedágio mais altas do Brasil estão concentradas em rodovias estaduais concedidas à iniciativa privada nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Entre elas, destaca-se o pedágio do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), que liga a capital paulista à Baixada Santista. Considerado o mais caro do País, ele teve reajuste de 5,16% no dia 1º de julho de 2025, passando de R\$ 36,80 para R\$ 38,70. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A decisão foi aprovada pela Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp). Outras rodovias estaduais também tiveram suas tarifas reajustadas. Os aumentos levam em conta a correção inflacionária acumulada entre maio de 2024 e maio de 2025, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), conforme estabelecido em contrato, segundo a Artesp. Os demais pedágios da Ecovias também sofrerão reajustes, mas estes com variação entre 5,16% e 6,86%. Os valores foram definidos conforme as regras contratuais de reajuste regular, além da adoção de medidas cautelares pela Secretaria de Parcerias em Investimentos do Estado (SPI), voltadas a reduzir desequilíbrios econômico-financeiros em sete trechos concedidos, conforme informado ao G1 Santos. Ecovias Segundo a Ecovias Imigrantes, mais de R\$ 10 bilhões foram investidos nas rodovias ao longo dos 27 anos de concessão. Para 2025, estão previstas importantes intervenções no pavimento da Rodovia dos Imigrantes: no trecho do planalto, entre os km 11 e 30, e na Baixada, entre os km 60 e 70. Também terão início as obras no trecho de serra, entre os km 30 e 40, com conclusão prevista para 2026. “Atualmente, aproximadamente 70% da malha viária do SAI já recebeu as intervenções estruturais de revitalização. O último ano marcou ainda a entrega de 5 km de ciclovia na Imigrantes, que se integra à Rota Márcia Prado, reforçando o compromisso da concessionária com a mobilidade sustentável”, destaca. A concessionária acrescenta que, apenas nos últimos 12 meses, cerca de 795 km de faixas foram revitalizados, incluindo o trecho de serra da Anchieta e as rodovias Padre Manoel da Nóbrega, Cônego Domênico Rangoni e Interligação Baixada, em ambos os sentidos. Ainda restam 625 km a serem recuperados até o fim do ciclo, previsto para dezembro de 2026.