Caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Peruíbe (Divulgação/ Polícia Civil Deinter-6) O homem de 43 anos que foi preso após invadir e furtar objetos da casa do próprio filho, de 27, em Peruíbe, litoral de São Paulo, já estava invadindo o imóvel há cerca de um mês. À Polícia Civil, a vítima contou que o pai vive em situação de rua e faz uso de drogas. Ele também acredita que o suspeito passou a agir desta forma para adquirir entorpecentes. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Segundo o boletim de ocorrência, o dono da casa foi alertado por vizinhos sobre a invasão, pois não estava no imóvel naquele momento. Ele, então, acionou a Polícia Militar (PM), que flagrou o pai já saindo da casa pela janela da residência assim que chegou ao local. Conforme os PMs, o vidro da janela estava quebrado e o homem deixava o local com uma mochila com ferramentas furtadas da casa. Entre os itens, estavam 10 metros de mangueira, um espremedor de frutas e uma extensão. Aos agentes, ele alegou pegar os objetos emprestados do filho. Em seguida, a vítima chegou ao local e desmentiu a versão do pai. O filho disse que não era a primeira vez que o homem furtava itens de sua casa. Os dois foram conduzidos até a delegacia, onde o delegado determinou prisão em flagrante para o pai. Furto para comprar drogas Em depoimento na delegacia, o dono da casa contou que o pai vive em situação de rua e passou a invadir a residência dele há um mês para furtar objetos, como equipamentos eletrônicos, alimentos, panelas, entre outros. A vítima contou que o pai faz uso de crack e furta os itens para poder adquirir mais drogas. Ele deixou claro o desejo de dar continuidade na apuração da polícia para que o pai seja devidamente processado. Já o suspeito alegou que tinha permissão para entrar na residência para se alimentar e tomar banho, mas sob a condição de avisar o filho. Ele confessou, no entanto, que não o avisou na ocasião e entrou no imóvel para pegar objetos emprestados. Na delegacia, ele disse ter se arrependido de tomar a decisão. O homem disse que usaria os itens para fazer um trabalho informal e depois devolveria. Ele ainda contou que não arrombou o portão e a janela da sala já estava quebrada.