Bai tem 8 anos e é muito caseira: família espera pelo reencontro (Arquivo Pessoal) Uma família de Peruíbe, no litoral de São Paulo, vive apreensiva nos últimos dias. Tudo por conta do desaparecimento de Babi, uma yorkshire de 8 anos, no último dia 23 de dezembro. A criadora de conteúdo digital Kimberly Simões Gomes, de 31 anos, tutora da cadela, conta que o sumiço afetou a todos em casa, em especial os filhos Helenna, de 7 meses; Giovanna, de 2 anos e Ruann, de 12 anos. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Babi desapareceu na Rua José Inácio Monte Oliva. As preocupações, segundo a tutora, recaem sobre um cisto que a cachorrinha apresenta, com possível necessidade de cirurgia, e como ela poderia reagir longe de duas filhotes, das quais nunca se separou. “Ela teve as filhinhas dela e, como são só duas, fiquei com dó de doar ou vender e acabei deixando todas juntas. Meu medo é que ela fique doente ou até morra de saudade das crias”, afirma. Kimberly explica que mora a cinco casas de distância da sogra e, no dia que Babi sumiu, ela foi até lá com as crianças, deixando as cachorrinhas em casa. Ficou cerca de meia hora, quando ouviu alguns latidos vindo da rua. “Quando voltei, não dei falta dela. Na hora que eu fui dar de mamar, que eu senti falta da Babi, porque ela é de ficar muito junto, deitada perto da gente”, relata. A criadora de conteúdo digital conta que os dias sem Babi têm sido difíceis, com choro e lamento acompanhado da foto da cachorrinha. “Minha filha ainda não fala, mas diz “au-au” e aponta a foto da Babi enquanto agarra o papel. Ela (yorkshire) é muito quietinha, já idosa e vive deitada perto da gente. Só brinca quando brincamos com ela”, explica. “Mudamos de casa há pouco tempo. Isso explica talvez o comportamento dela. Mas há a possibilidade de furto também”. Quem tiver informações sobre Babi ou a tenha encontrado, Kimberly pede que entre em contato nos telefones (13) 98212-7846 ou (13) 99633-8828. “Choro diariamente e acompanho diversos grupos no Facebook na tentativa de encontrá-la. Por trás de cada animal existe uma família sofrendo com a perda. Não é 'apenas um cachorro: há dor, saudade, memórias e uma vida inteira envolvida”, finaliza.