<div style="clear:both;"> <p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.256481" attr-version="policy:1.256481:1748466213" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.256481/legacy_image_6106.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">Há restrições para visitar a Ilha das Cobras, no litoral de São Paulo (Reprodução / Facebook)</span></p> <p paraeid="{443d102c-979d-4a7d-ae21-02ab56c8f921}{133}" paraid="1790914271" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Ilhas </span>podem ser consideradas destinos paradisíacos, com praias deslumbrantes e espaços para descanso. No entanto, algumas delas escondem perigos que afastam tanto visitantes quanto moradores. Uma lista elaborada pela agência de notícias RBC-UKRAINE revelou as cinco ilhas mais perigosas do mundo e entre elas esá a Ilha da Queimada Grande, localizada entre Itanhaém e Peruíbe, no litoral de São Paulo. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{350ec876-6b3c-4143-ba47-c78bc1835e41}{14}" paraid="1719991768" xml:lang="PT-BR"><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9JSFuGehEFvhalgZ1n" style="color: rgb(0, 85, 128); text-decoration-line: none; outline: 0px; font-family: "Lucida Grande", "Lucida Sans", geneva, arial, sans-serif; font-size: 12px; background-color: rgb(238, 238, 238);">Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp!</a><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: "Lucida Grande", "Lucida Sans", geneva, arial, sans-serif; font-size: 12px; background-color: rgb(238, 238, 238);"> </span></p> <p paraeid="{350ec876-6b3c-4143-ba47-c78bc1835e41}{14}" paraid="1719991768" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Conhecida como Ilha das Cobras, ela é um dos lugares mais misteriosos e temidos do mundo. O destino ganhou notoriedade internacional, aparecendo em listas de locais mais perigosos, como as do jornal britânico The Telegraph</span>. Essa fama se deve à grande quantidade de serpentes presentes no local. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{350ec876-6b3c-4143-ba47-c78bc1835e41}{49}" paraid="1655398835" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Estima-se que haja entre uma e cinco cobras por metro quadrado na ilha, números tão alarmantes que levaram o governo brasileiro a restringir o acesso, permitindo a entrada apenas de pesquisadores e militares autorizados.</span> </p> <p paraeid="{350ec876-6b3c-4143-ba47-c78bc1835e41}{49}" paraid="1655398835" xml:lang="PT-BR"><u><strong>Confira as outras ilhas do ranking</strong></u></p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{3244bb5e-e117-4273-ba4f-4df763caf095}{139}" paraid="1781911891" xml:lang="PT-BR"><strong><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Ilha Sentinela do Norte, Índia</span> </strong></p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{4bf0d067-e16d-474d-b4db-21e973ccb490}{83}" paraid="75655354" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Seguindo a lista elaborada pela RBC-UKRAINE, a</span> Ilha Sentinela do Norte, com cerca de 59,67 km², faz parte do arquipélago das Ilhas Andaman e está localizada na Baía de Bengala, a oeste da região sul de South Andaman. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{006c3013-7a6a-4932-a032-c8791b2678ef}{223}" paraid="1829718929" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Desde 1947, se encontra sob a administração oficial da Índia e foi integrada ao território unificado das Ilhas Andaman e </span>Nicobar. É frequentemente descrita como uma ‘ilha isolada’. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{c1ac9079-60f6-4f9b-9134-db9fef94f641}{155}" paraid="1730329010" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A ilha é considerada perigosa devido à presença dos </span>sentineleses, uma das últimas tribos indígenas isoladas do planeta. Essa comunidade protege seu território com grande rigor, e qualquer tentativa de aproximação pode resultar em confronto, de acordo com a RBC-UKRAINE. Além disso, as leis indianas proíbem viagens para a ilha, a fim de proteger a tribo. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{4bf0d067-e16d-474d-b4db-21e973ccb490}{252}" paraid="380052051" xml:lang="PT-BR"><strong><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Ilha </span>Gruinard, Escócia </strong></p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{c1ac9079-60f6-4f9b-9134-db9fef94f641}{227}" paraid="438372962" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Gruinard</span> é uma pequena ilha escocesa de formato oval, medindo aproximadamente dois quilômetros de extensão por um quilômetro de largura. Está situada na baía que leva o mesmo nome. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{c1ac9079-60f6-4f9b-9134-db9fef94f641}{237}" paraid="1835818027" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Também conhecida como a Ilha do Antraz, ela ficou famosa porque, durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico realizou ali testes com armas biológicas que continuam a bactéria da doença antraz. Por muitos anos, o acesso à ilha foi totalmente proibido, que chegou a ser considerada o local mais perigoso do mundo.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{c1ac9079-60f6-4f9b-9134-db9fef94f641}{247}" paraid="651512203" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Por volta de 1986, cientistas iniciaram um processo de descontaminação do lugar, aplicando cerca de 280 toneladas de formaldeído diluído em água do mar e retirando a camada superficial do solo mais contaminado.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{5c8dd447-5979-4281-9ac9-e815ea214287}{2}" paraid="350678597" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Após a descontaminação, ovelhas foram soltas na ilha para avaliação, e o experimento foi considerado bem-sucedido, pois os animais permaneceram saudáveis. Entretanto, conforme informações da RBC-UKRAINE, há quem afirme que esporos do antraz ainda possam estar presentes no solo de </span>Gruinard. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{76f9e8ad-4b5a-43b9-94ae-4c6db7a2555b}{188}" paraid="226614803" xml:lang="PT-BR"><strong><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Ilha </span>Ramree, Mianmar (Birmânia)</strong></p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{5c8dd447-5979-4281-9ac9-e815ea214287}{251}" paraid="1624024888" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A Ilha </span>Ramree está situada na costa do Estado de Rakhine, com uma extensão aproximada de 1.350 km². Ela é separada do continente por um canal estreito, que tem em média cerca de 150 metros de largura. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{b2ee4aef-fa55-43f6-89db-4cbe5d2c936b}{6}" paraid="1902493437" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">A ilha ganhou notoriedade durante a Segunda Guerra Mundial, quando centenas de soldados japoneses, perseguidos pelas tropas britânicas, foram atacados e mortos por crocodilos marinhos nos manguezais da região.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{b2ee4aef-fa55-43f6-89db-4cbe5d2c936b}{16}" paraid="1796563413" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Esse episódio chegou a ser registrado no Guinness World Records como o maior ataque coletivo de animais contra humanos. Desde então, a Ilha </span>Ramree passou a ser conhecida como a Ilha dos Crocodilos. </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{b2ee4aef-fa55-43f6-89db-4cbe5d2c936b}{26}" paraid="215027353" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Hoje, o local é pouco visitado por turistas, pois abriga uma grande população de crocodilos-de-crista, famosos pelo tamanho e comportamento agressivo, representando um risco significativo para quem adentra seu habitat.</span> <span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Além disso, os densos manguezais e pântanos dificultam bastante a navegação pelas águas ao redor da ilha.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{d673792e-00a5-4725-8fa9-aa82f4c5016e}{160}" paraid="1137552407" xml:lang="PT-BR"><strong><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Ilhas Marshall, em Bikini</span> </strong></p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{b2ee4aef-fa55-43f6-89db-4cbe5d2c936b}{169}" paraid="961202056" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Bikini é um pequeno atol de coral no Oceano Pacífico, com aproximadamente 6 </span><span style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px;">km²</span><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR"> de área. Ele faz parte da cadeia Raleigh, nas Ilhas Marshall, situada a cerca de 3.400 km da costa australiana.</span> <span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Entre 1946 e 1958, os Estados Unidos utilizaram o local para realizar testes nucleares, tendo evacuado 167 habitantes para ilhas próximas.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{a2395bef-93c3-4f65-b43f-d1e705d655ff}{40}" paraid="1176964768" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Em 1954, uma bomba de hidrogênio de 15 megatons foi detonada no atol, sendo a mais potente já testada pelos EUA. A explosão causou ferimentos até na tripulação de um barco de pesca japonês que estava próximo, o que causou um escândalo internacional. Essas e outras detonações resultaram em ampla contaminação radioativa na região, segundo a RBC-UKRAINE.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{b2ee4aef-fa55-43f6-89db-4cbe5d2c936b}{199}" paraid="1731954580" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Em 1968, os Estados Unidos declararam o Atol Bikini habitável e autorizaram o retorno dos antigos moradores, que logo tiveram de ser evacuados novamente.</span> </p> </div> <div style="clear:both;"> <p paraeid="{b2ee4aef-fa55-43f6-89db-4cbe5d2c936b}{209}" paraid="1000262902" xml:lang="PT-BR"><span data-contrast="auto" xml:lang="PT-BR">Em 1997, especialistas da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) concluíram que a permanência no atol não representava risco iminente, porém alertaram para a radioatividade elevada nos alimentos locais e não recomendaram o repovoamento do lugar. Em 2010, Bikini foi incluído na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco</span>, de acordo com a RBC-UKRAINE. </p> </div>