Local tem um histórico de violência e ameaças por parte dos estudantes (Reprodução) Uma confusão entre alunos gerou uma denúncia por ameaça em frente à Escola Estadual Dagoberto Nogueira, em Itanhaém, no litoral de São Paulo. A mãe de uma aluna, que preferiu não se identificar, por questão de segurança, disse que homens se identificaram como membros da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e ameaçaram parte dos alunos envolvidos no desentendimento. Além disso, eles disseram que, “se alguém chamasse a Polícia, iriam matar todo mundo”. A escola já foi alvo de denúncias de agressão e vendas de drogas. Em nota, a Secretaria de Educação do Estado (Seduc) informou que a equipe gestora tomou medidas preventivas. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! As ameaças, segundo a mãe, ocorreram na segunda (7) e na terça-feira (8), após um desentendimento entre alunos de cerca de 16 anos. Na segunda-feira, por volta das 12h30, um homem foi à unidade e disse que resolveria a situação, se identificando como membro do PCC e ameaçando os alunos envolvidos. No dia seguinte, outros três homens foram ao local e a mãe de um dos alunos disse que chamaria a Polícia Militar (PM). Nesse momento, os homens afirmaram que, se alguém chamasse a Polícia, eles iriam “meter bala em todo mundo”. A reportagem de A Tribuna procurou a Secretaria da Segurança Pública (SSP), que disse que não houve registro do ocorrido na delegacia. Já a Polícia Militar não informou se foi acionada para atender o desentendimento. Escola Em nota, a Secretaria de Educação do Estado (Seduc) informou que a equipe gestora tomou medidas preventivas após ter conhecimento do desentendimento entre alunos. A Ronda Escolar foi acionada para acompanhar a situação, e os responsáveis pelos alunos foram convocados para uma reunião de mediação. O caso foi registrado no aplicativo Conviva. A Diretoria de Ensino (DE) de São Vicente, responsável pela unidade, destacou que repudia a incitação à violência dentro e fora das escolas.