Pista de pousos e decolagens do futuro Aeroporto Civil Metropolitano de Guarujá foi entregue em abril (Vanessa Rodrigues/ AT) Em abril, a pista de pousos e decolagens do Aeroporto Civil Metropolitano de Guarujá foi entregue. A segunda fase, que contempla a construção do terminal de passageiros, começou na sequência. Por isso, na quarta-feira (2), a Prefeitura informou que será preciso reformar o acesso viário ao Aeroporto. Bloquearam-se 300 metros da Avenida Áurea Gonzales Conde no sentido da Praça 14 Bis, a partir da Rodovia Cônego Domenico Rangoni. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! O prazo inicial para o fim dessa primeira interdição é dia 31. Outras podem ocorrer, diz o Secretário de Infraestrutura e Obras, Henrique Menin. O motivo é que as de acesso, que irão até a entrada da Base Aérea, são dividas em três fases. “Às vezes não precisa da interdição total, e sim, parcial. Mas pode ser que ocorra.” A primeira parte da obra é relacionada à drenagem do solo, para evitar alagamentos na região. De acordo com a secretaria, serão investidos R\$ 32 milhões, somados os trabalhos previstos até o final da execução. As primeira e segunda fases das obras do Aeroporto, que causaram a atual interdição, devem acabar entre outubro e novembro. A terceira deve começar ainda neste mês e se estenderá por cerca de um ano. Os moradores que passam pela região precisarão estar atentos às rotas alternativas. Os veículos de grande porte deverão utilizar a Rua Idalino Pinez (Rua do Adubo) ou a entrada pelo Km 7 da Rodovia Cônego Domenico Rangoni, após o hipermercado Assaí. Carros e motos poderão passar pelo Bairro Jardim Progresso por meio do acesso à direita da via interditada. “É para resolver os problemas de drenagem, de pavimentação, de sinalização viária. Então, para fazer uma obra, infelizmente, às vezes, pode complicar a vida de alguém. Mas a gente tenta fazer sempre da melhor maneira possível, e seguindo todos os critérios legais que a gente tenha que obedecer”, comenta o secretário sobre os transtornos causados a quem passa pela região diariamente. Sobre as obras civis do Aeroporto, elas devem acabar no fim do ano ou no começo de 2026. Para que os primeiros voos ocorram, dependerá de questões como o Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA), a ser analisado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), por exemplo.