Na Barreira do João Guarda, deslizamento matou 34 pessoas em 2020 (Carlos Nogueira/AT/Arquivo) Cerca de 6 mil pessoas vivem em áreas de risco em Guarujá, no litoral de São Paulo. São mais de 1,6 mil moradias monitoradas. E, na segunda-feira, começa o Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC), quando se intensifica o trabalho da corporação. O objetivo é a garantir a segurança de moradores em casos de enchentes e deslizamentos. O lançamento ocorre nesta quinta-feira (27), na Unaerp. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Além da apresentação do PPDC, que vai até 31 de março, também haverá a assinatura do Plano de Contingência Municipal 2025-2026 e a apresentação dos voluntários das comunidades que farão parte do projeto Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil (Nupdec). O diretor da Defesa Civil, Luiz Carlos Ribeiro, afirma que a Cidade tem 14 áreas consideradas de alto risco e há uma rotina diária de monitoramento. “Nesta quinta-feira (27), nós fazemos num local, nesta sexta-feira (28), em outro, e vamos observando se há necessidade de a pessoa ou a própria Prefeitura fazer alguma obra de contenção ou uma limpeza. Ou, até, em caso extremo, retirar os moradores, caso não seja possível permanecer lá”, explicou. O PPDC é específico para essa época do ano, em que as chuvas aumentam. O Plano de Contingência Municipal detalha o que cada secretaria deve fazer em uma situação de desastre. “A Defesa Civil coordena, através dele, as ações dentro do Município para fazer frente a uma catástrofe, quer seja de escorregamento, de acidente rodoviário ou incêndio”, salienta o diretor da Defesa Civil. De 35 a 40 moradores das principais áreas de risco serão apresentados no evento, como parte do processo de prevenção. Eles serão treinados e atuarão como informantes para o órgão e para a comunidade.