Decreto libera 100% da capacidade de hotéis e gera otimismo para o feriado em Guarujá

Associação dos proprietários de hotéis e pousadas (Aprohot) do município acredita que mais de 60% da capacidade de ocupação dos hotéis será alcançada neste feriadão

Foi publicado nesta sexta-feira (9), véspera do feriado de Nossa Senhora Aparecida, o decreto nº 13.956 que permite que hotéis e pousadas de Guarujá passem a atender com 100% de sua capacidade - devido ao avanço de fase do Plano São Paulo. O anúncio veio em boa hora para a Associação dos proprietários de hotéis e pousadas (Aprohot) da cidade, que comemorou o decreto.

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Segundo o presidente da Aprohot, José de Ávilla, os hotéis e pousadas da cidade devem alcançar uma taxa de ocupação acima de 60%. “As pessoas estão com uma vontade muito grande [de viajar] por conta do distanciamento, então a perspectiva de recuperação é muito boa e mostra que o turismo vai melhorar bastante na cidade”, afirma Ávilla, que garante ocupação de 100% caso o sol brilhe nos próximos dias.

Mesmo com a capacidade total permitida, os estabelecimentos seguirão medidas que visam evitar a propagação do coronavírus. Segundo o presidente da Associação, o uso de máscara é obrigatório e a entrada de funcionários nos apartamentos está limitada a arrumação, indicando que o hóspede terá de se responsabilizar pela retirada do lixo e a troca de toalhas e roupas de cama.

Para Ieda Biscola, diretora do Aprohot e proprietária do Apart Hotel Guaiúba, a notícia é motivo de muita felicidade para o setor. A empresária já percebeu o impacto nas reservas de sua pousada. “Estava com 60% reservado para o feriado antes da publicação do decreto, agora já estamos em 75%. A expectativa é bater 100%”, conta.

Ieda relata a dificuldade enfrentada durante o período em que os estabelecimentos estavam atendendo apenas com 60% da capacidade. “Não tinhamos a capacidade total, mas todos os funcionários voltaram a trabalhar. Isso gerava prejuízo. É muito triste você ter a vaga e não poder disponibilizar ela”.

Para reverter essa situação, Ieda crê que a temporada será “atípica” e conta com o desejo das pessoas de saírem de casa por conta da pandemia. “O objetivo é diminuir o prejuízo causado em seis meses”, afirma a diretora do Aprohot.

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