Ex-jogador do Santos luta para se recuperar de problema cardíaco que o deixou paralítico

Família de Sílvio Fiuza, que jogou no Peixe nos anos 1970, criou uma vaquinha virtual para ajudar com os custos do tratamento, que deve levar meses

Há dois meses, a vida de Silvio Tadeu Fiuza, de 63 anos, mudou completamente. Por conta de um problema no coração, o ex-jogador do Santos ficou paralítico e agora luta para se recuperar. A rotina, que antes era agitada pelo trabalho, foi substituída por sessões de fisioterapia, consultas com especialistas e o que mais for necessário para ajudar Fiuza a recuperar os movimentos. Porém, devido ao alto custo do tratamento, a família lançou uma vaquinha virtual para arcar com as despesas por cerca de seis meses.

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Por conta de uma dissecção da aorta, que é a maior artéria do corpo humano, Silvio teve uma sequela na medula e ficou paralítico. Apesar do problema ter sido grave, as sequelas podem ser revertidas com o tratamento adequado. Por enquanto, o ex-jogador conta que consegue um movimento mínimo nos dedos do pé, mas tem fé que vai voltar a andar. “Eu acho que foi um sinal de Deus para mudar de vida, que vai servir para amadurecer e para aprender. Não sou moleque, mas tenho muito o que aprender e descobrir da vida”, diz.

Para a família de Fiuza, o dinheiro arrecadado vai ser de grande ajuda neste momento, pois Silvio não possui plano de saúde. “Como ele está evoluindo bem com a fisioterapia, essa é a nossa prioridade. Por conta dos tratamentos e cuidados que são necessários, é preciso de uma pessoa que tenha habilidade com as questões da enfermagem também. Requer cuidados específicos”, diz a esposa de Sílvio, Isabel Fiuza. 

Para quem quer contribuir financeiramente com a recuperação de Fiuza, existem duas formas de ajudar: por depósito bancário ou pela vaquinha virtual. As duas opções podem ser acessadas através do site Ajude Silvio Fiuza.

Carreira 

Sílvio José Tadeu Fiuza atuou na categoria de base do Santos Futebol Clube com a geração dos Meninos da Vila. Entre 1972 e 1978 jogou ao lado de craques da bola, como Pita e Juary.  Em meados de 2013, foi gerente de futebol da Portuguesa Santista, substituindo Edu Marangon. 

Segundo Fiuza, o futebol também proporcionou diversos ensinamentos que foram levados para a vida pessoal, como a importância da união, que é uma das coisas que ele mais valoriza “O futebol me ensinou tanta coisa. Uma delas foi que as pessoas têm que aprender a jogar em conjunto. Pois o objetivo é sempre o mesmo: ganhar, fazer o gol. O ensinamento é que ninguém ganha sozinho”, finaliza.

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