Recuperação do Edifício Castro, em Cubatão, deve começar em até 4 meses

Previsão foi anunciada pelo prefeito Ademário Oliveira (PSDB), que realizou uma vistoria no local nesta terça-feira (12)

As obras de recuperação do Edifício Castro, localizado na Avenida Pedro José Cardoso, 238, na Vila Paulista, em Cubatão, devem começar em até 4 meses. A previsão é do prefeito Ademário Oliveira (PSDB). 

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Em julho do ano passado, a Prefeitura firmou um convênio com o Governo do Estado de São Paulo para a recuperação do prédio. Os apartamentos serão destinados para pessoas que pagam aluguel de moradias no município, com prioridade para os servidores públicos municipais.

O chefe do Executivo esteve no local, acompanhado por membros da Secretaria de Habitação e da empresa responsável pela obra. Segundo ele, foram feitas todas as tratativas finais, com as vistorias adequadas para que seja finalizado o projeto executivo. 

"Um grande avanço para a cidade de Cubatão. Essas duas torres, há mais de 40 anos, simbolizam a falta de gestão, de responsabilidade dos administradores que por aqui passaram. Eu fico feliz da nossa administração dar uma destinação efetiva. Ainda mais uma cidade que tem um déficit habitacional gigante", disse Oliveira. De acordo com o prefeito, as obras devem durar cerca de 2 anos. 

Ainda de acordo com o chefe do Executivo, serão 40 apartamentos para servidores municipais e outros 40 apartamentos para moradores que pagam aluguel.

Os imóveis serão financiados com base no programa Nossa Casa, da Secretaria Estadual da Habitação, que estabelece preços sociais, ou seja, abaixo daqueles praticados no mercado imobiliário.

 

 

Edifício Castro

Com 80 apartamentos que ocupam duas torres, o prédio foi erguido nos anos 1970, na Avenida Pedro José Cardoso. Há mais de 30 anos, ele se tornou um “elefante branco” na área central. Foi um empreendimento comercial fracassado, vendeu poucas unidades e, nos anos 80, foi depredado pelos seus poucos ocupantes. Um cinema, instalado no andar térreo, faliu.

Em 1988, foi desapropriado pela Prefeitura, que pretendia instalar unidades de serviço público. No térreo, passaram a funcionar órgãos do Ministério do Trabalho, Justiça Eleitoral e da Promoção Social. A ocupação dos demais andares tornou-se difícil em razão da precariedade do edifício e da falta de recursos da administração municipal para reformá-lo.

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