O primeiro conjunto habitacional flutuante do Brasil terá 80 casas (Reprodução/ Redes sociais) O primeiro conjunto habitacional flutuante do Brasil será implantado em Cubatão, no litoral de São Paulo, como parte do plano de reurbanização da Vila dos Pescadores. A iniciativa tem potencial para transformar a realidade de milhares de moradores da região e já conta com o interesse do governador Tarcísio de Freitas. A deputada federal Rosana Valle (PL-SP) articula a liberação dos recursos estaduais para viabilizar o projeto. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! A iniciativa prevê a construção de 1.300 moradias, com saneamento básico, infraestrutura urbana e inclusão social para cerca de 10 mil pessoas. A inovação está na criação de 80 casas flutuantes, que serão ocupadas temporariamente pelos moradores das palafitas enquanto as novas habitações são construídas. Depois da finalização do conjunto habitacional, as casas flutuantes serão convertidas em centros culturais, de lazer e saúde para os moradores. Além disso, a região de manguezal será revitalizada, incentivando a sustentabilidade. Para viabilizar o projeto, a deputada federal contribuiu para a liberação no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), possibilitando o licenciamento ambiental necessário para o progresso da obra. O projeto também foi apresentado aos secretários estaduais de Habitação, Marcelo Branco, de Parcerias, Rafael Benini, e ao governador Tarcísio de Freitas. “Esse projeto é transformador. Representa dignidade, moradia adequada, reurbanização e novos horizontes para milhares de famílias. Já avançamos muito, e agora estamos batalhando para que o Governo do Estado abrace essa iniciativa”, afirma Rosana Valle. Além disso, a iniciativa possui o apoio do prefeito de Cubatão, Cesar Nascimento, e da vice-prefeita e secretária de Habitação, Andreia Castro, que atuam em parceria com a deputada na condução da iniciativa. Governo de São Paulo A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação informou que acompanha o desenvolvimento do projeto piloto e, por ser uma tecnologia experimental, analisa a viabilidade técnica quanto ao desempenho, custo e outros aspectos técnicos. “A pasta está sempre em busca de firmar parcerias para reduzir o déficit habitacional, sobretudo, nas formas mais graves, como é o caso de encostas, áreas de riscos e palafitas”, concluiu.