Camps firma parcerias para geração de renda

Qualificação profissional e empreendedorismo estão na pauta

Durante o evento que comemorou, quarta-feira (27), os 52 anos do Centro de Aprendizagem e Mobilização Profissional e Social (Camps), foram assinadas parcerias com dois programas nacionais de empreendedorismo e geração de renda.

Ao lado da secretária nacional de Inclusão Social e Produtiva Urbana, ligada ao Ministério da Cidadania, Rita Passos, o presidente do Camps, Elias Júnior, assinou um convênio com o programa Progredir.

O objetivo é promover qualificação profissional, apoio ao empreendedorismo e o encaminhamento ao mercado de trabalho para as pessoas inscritas no Cadastro Único e os beneficiários do Bolsa Família.

Segundo a secretária nacional, uma parceria com o Camps é extremamente importante, porque fortalece o programa e facilita o acesso das pessoas a cursos presenciais, a distância e também os aproxima do empregador. “No site do programa, a pessoa cadastrada pode verificar a oferta de vagas, por exemplo”, disse Rita.

Empreendedor

A segunda parceria foi com a Confederação Nacional de Jovens Empresários (Conaje) para o programa Brasil Mais Empreendedor. Com isso, o Camps terá a primeira turma do programa no Estado de São Paulo.

O Brasil Mais Empreendedor é realizado pela Conaje em parceria com o Ministério da Cidadania e tem a execução da Agência de Fomento Social. A ideia é capacitar para o empreendedorismo por meio de aulas presenciais, mentorias de negócios e acompanhamento técnico especializado. 

“Quando o empreendedorismo está ligado ao sonho, não é só uma questão financeira, mas algo transformador”, avalia o presidente da Conaje, Marcelo Quelho Filho. Ele explica que o programa inicia com a sensibilização sobre sonhos “para uma população que muitas vezes não consegue sonhar, afinal, escutamos que isso não enche barriga”, diz.

A partir dessa imersão, os jovens passam por três meses de incubação discutindo e tendo o projeto acompanhado passo a passo por consultores e com metas semanais. “Depois, com o projeto pronto, eles ainda recebem orientação por nove meses”.

Quelho Filho afirma que 78% dos cerca de 2 mil projetos acompanhados no ano passado viraram negócios e estavam gerando renda ao final dos três primeiros meses. Além disso, ele salienta que esse tipo de ação fortalece a geração de renda dentro das comunidades, auxiliando no desenvolvimento delas.

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