[[legacy_image_162450]] A Federação Internacional da Indústria Fonográfica, IFPI, divulgou ontem os números do setor musical em todo mundo relativos a 2021. Um crescimento vertiginoso na América Latina, sobretudo no Brasil, se dá graças ao aumento dos assinantes de serviços de streaming, como Spotify, Deezer e Apple. No planeta, em comparação com 2020, o mercado de música gravada cresceu 18,5%. O total de assinantes mundiais, segundo a pesquisa, é de 523 milhões. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! As vendas de CDs, vinil e DVDs também tiveram aumento no período: 16,1% em comparação ao ano anterior. Ao todo, a receita do físico fica em 0,6% do total das receitas da indústria da música. Os CDs tiveram maior crescimento, rendendo R\$ 7 milhões (aumento de 56,5%), seguido pelos DVDs (de 337%) e discos de vinil (28,1% maior que a de 2020 e faturamento de R\$ 2,3 milhões). Modelo de indústriaO Brasil está em linha de crescimento no setor musical há seis anos, também por causa da explosão dos streamings. Os valores totais negociados com música, em 2021, batem os R\$ 2,1 bilhões, ou seja, 32% de aumento. O País está em 11º no ranking mundial do IFPI e há margem para crescer. Segundo Paulo Rosa, presidente da Pro-Música, entidade que representa produtores de música no Brasil e faz a divulgação por aqui, o País segue a expansão mundial. "É o que vem acontecendo nos últimos seis ou sete anos. O streaming se firmou como principal modelo da indústria."