[[legacy_image_180252]] A paranaense radicada em Guarujá Luê Andradde é uma das artistas convidadas da 1ª Bienal do Lixo de São Paulo, que acontece até dia 5 de junho, no Parque Villa Lobos, em São Paulo. O evento reunirá obras de arte feitas a partir de material de descarte, intervenções artísticas, oficinas, mostra de cinema, palestras e painéis sobre o tema, sendo o projeto totalmente gratuito e acessível para pessoas com deficiências. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! “Estou muito feliz com o convite e em poder fazer parte da primeira edição deste evento, que é totalmente alinhado à minha forma de ver e viver o mundo buscando a preservação, o respeito e o equilíbrio”, diz Luê Andradde, que tem um histórico de forte atuação como ambientalista, principalmente no estado do Paraná. Autodidata, há mais de dez anos foca o seu trabalho no conceito Nicho Éko, que inclui obras de artes obras revestidas de cores vibrantes, técnicas mistas e muitas vezes tridimensionais. Utiliza materiais como madeira, corda, espelhos, sementes, ossos, peles, penas, tecidos, vidro, além de objetos diversos reaproveitados. A primeira Bienal do Lixo de São Paulo ocupará uma área de 3 mil m2 no Parque Villa Lobos, onde serão instaladas grandes esculturas de artistas que têm nos resíduos sólidos a base para seu trabalho criativo e cujas obras são grandes exemplos de transformação. O parque fica na Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2.001, Alto de Pinheiros.