Segundo dados da Rais, em 2023, existiam 1.728 mulheres empregadas na construção civil regional, de um total de 22.934 trabalhadores no setor (Divulgação) A participação feminina no mercado de trabalho da construção civil na Baixada Santista é de apenas 7,53% do universo do pessoal empregado. Dados relativos à Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego revelam que, no ano passado, existiam 1.728 mulheres empregadas na construção civil regional, de um total de 22.934 trabalhadores deste setor. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! “Em âmbito estadual este percentual foi de 11,18%, com 85.866 mulheres empregadas; e, no contexto nacional, o índice médio foi de 10,96%, com 311.826 empregos”, contabiliza o jornalista e cientista de dados Rodolfo Amaral, diretor da Data Center Brasil. Segundo ele, na Região Metropolitana da Baixada Santista, o maior índice de participação das mulheres na construção civil foi observado em Itanhaém, com uma taxa de 10,67%; seguida de Santos (8,50%) e Peruíbe (7,96%) Na divisão regional das mulheres empregadas pelo setor na região, por faixa etária, a maior participação envolve as mulheres com idade entre 30 a 39 anos (497 empregos), seguida pela faixa etária de 40 a 49 anos (412 ocupações). Em 2023, as mulheres entre 50 e 59 anos ocupavam 252 vagas; as de 25 a 29 anos somavam 248 empregadas; enquanto as mais jovens, de 18 a 24 anos, preenchiam 220 vagas ocupadas na construção civil. “Os mercados mais atrativos para ocupação feminina na construção civil foram os de Santos, com 695 vagas; seguido de Praia Grande, 439 empregos; Cubatão (163) e São Vicente (115)”, analisa Amaral. De acordo com os dados da Rais, a construção civil regional empregou 22.934 trabalhadores em 2023, equivalente a 2,98% das vagas preenchidas no Estado. No sexo masculino, a participação regional foi de 3,11%, na comparação com o Estado, e, no sexo feminino, de 2,01%. (Reprodução)