Plataformas especializadas funcionam como intermediárias, facilitando a compra, venda e administração dos tokens imobiliários (Adobe Stock) Além de imóveis novos disponibilizados via construtoras, os usados também podem ser tokenizados, conforme explica o presidente da Associação Brasileira da Criptoeconomia (ABcripto), Bernardo Srur. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! “O processo é semelhante ao de imóveis novos, desde que o imóvel tenha toda a documentação regularizada e seja avaliado por especialistas. A tokenização de imóveis usados pode até ser uma oportunidade para revitalizar ou potencializar o valor desses imóveis no mercado”, avalia o especialista. Ele explica, inclusive, que os imóveis tokenizados podem ser alugados e, neste caso, o processo de é gerenciado pela plataforma de tokenização ou por empresas parceiras. “Os rendimentos do aluguel podem ser distribuídos proporcionalmente entre os detentores dos tokens, criando uma fonte de renda para os investidores. Isso adiciona ainda mais valor ao investimento, já que o proprietário do token não só pode lucrar com a valorização do imóvel, mas também com a renda do aluguel”, lembra Srur. Para adquirir esses ativos, ele afirma que as pessoas interessadas devem se cadastrar em plataformas especializadas em tokenização imobiliária, que funcionam como intermediárias, facilitando a compra, venda e administração dos tokens. “O processo é simples e envolve criar uma conta, transferir fundos e selecionar os ativos desejados”, destaca. Segurança A segurança dessa negociação é garantida por meio da tecnologia blockchain, que proporciona transparência e imutabilidade nas transações. Todos os dados das transações ficam registrados na rede de forma descentralizada, o que reduz o risco de fraudes. Além disso, contratos inteligentes (smart contracts) podem ser programados para executar automaticamente as condições de compra e venda, adicionando mais uma camada de segurança.