[[legacy_image_18000]] Encarando uma realidade da tecnologia e praticidade dentro de suas operações, o sistema PCS deverá ajudar e facilitar as operações dentro de terminais portuários em Santos, sendo o primeiro porto a brasileiro a receber a plataforma. O assunto foi debate do quarto painel do Seminário A Tribuna Porto & Mar 2020, para o desenvolvimento do Porto de Santos. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal, GloboPlay grátis e descontos em dezenas de lojas, restaurantes e serviços! O seminário marca o primeiro evento oficial do Santos Convention Center, na Ponta da Praia, inaugurado no mês de outubro. O PCS, Port Community Systems, é uma plataforma eletrônica que conecta os múltiplos sistemas operados por uma varidade de organizações que ligam as autoridades que geram um complexo portuário. Leia mais: >> Viabilização do túnel Santos-Guarujá visa fortalecer relação Porto-cidade O sistema já é praticado nos principais portos do mundo e o complexo portuário de Santos seria o primeiro porto brasileiro a receber a plataforma, que iria agilizar a entrada e saída de contêineres do porto, assim facilitando suas operações. Hans Rook, presidente da Internacional Port Community Systems Association, afirmou que, através do PCS, é possível haver uma comunicação entre todos os membros de uma única entidade. "Percebi, hoje em dia, que embarcações demoram 72 horas para adentrar no Porto, e isso é muito tempo. O PCS é necessário no Brasil. Com ele, todos podem ler e entender todas as questões, pois é possível delas serem compartilhadas. O PCS deve ser feito no Porto de Santos e em todos os complexos brasileiros", afirmou. A gerente de TI da BTP, Fabiana Alencar, afirmou que os desafios para integrar sistemas no Brasil são imensos. "Operar um terminal portuário já não é uma tarefa simples, e é necessário muito mais empenho e engajamento para manter as atividades quando se tem fatores de arquitetura de sistemas que complicam nossas vidas", disse. A profissional da Brasil Terminal Portuário (BTP) explicou que, atualmente, existem cerca de 21 sistemas de obrigação legal em que o terminal precisa transmitir informaões, além de interfaces com clientes. "Isso poderia ser muito mais simplificado". O painel que debatou a implantação do PCS nos portos brasileiro, especialmente o de Santos, contou, ainda, com a participação de Marcelo D'Antona, líder do projeto de modernização portuária do consórcio Palladium; Rob Jordan, gerente do IT Partner BV Holanda; Tiago Barbosa, coordenador geral de projetos da SECEX; Professor Vidal Augusto Zapparoli, coordenador do GAESI, da Universidade de São Paulo; e Angelino Caputo, Diretor-executivo da Abtra.