Tribuna do leitor, de 1º de novembro de 2022

Hoje, com as participações de Gilberto Pereira Tiriba, Sidnei Aranha e outros

Por: ATribuna.com.br  -  01/11/22  -  06:14
Eleitores participam do segundo turno das eleições em Praia Grande
Eleitores participam do segundo turno das eleições em Praia Grande   Foto: Daniel Gois/AT

Respeito

Você tem todo o direito de discordar da forma como terceiros enxergam e vivem a vida, porém, não pode ter a ilusão de que terceiros não tenham o direito de discordar de você. Respeitar não é sinônimo de aceitar nem cria a obrigação de conviver com aquilo ou aquele que em nada te acrescenta. Viva a democracia e a diversidade!

Gilberto Pereira Tiriba - Santos


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Eleição (1)

A vitória de Lula, apesar das fake news, do orçamento secreto e do uso da máquina pública, demonstra o tamanho do trabalho que todos nós teremos pela frente. Todavia, antes de olharmos para o futuro e fecharmos essa fissura, precisamos destacar a importância da frente ampla construída em torno de Lula. Apoios bem costurados, deixando de lado as divergências e focando na convergência, que era derrotar Bolsonaro. Apoios sem os quais Lula não sairia vitorioso. Um dos balizadores dessa frente ampla foi o Márcio França e é importante registrar dois movimentos fundamentais articulados por ele para essa vitória. Reputo como a pedra angular desse processo a adesão de Geraldo Alckmin, logo no início da campanha, e sua indicação a vice de Lula. Fato que todos no meio político têm plena ciência de ser de autoria de França. Em seguida, vejo a estratégia de França ter aberto mão de sua candidatura em prol de Haddad como outro gesto essencial para a nacionalização da campanha no maior colégio eleitoral do país, impossibilitando que Bolsonaro alcançasse uma votação ainda maior no Estado, ameaçando a vantagem do Nordeste. Cabe ressaltar a participação de Lucia França como vice de Haddad. Márcio França pode ter perdido a eleição para o Senado, mas como dizem no jargão esportivo, soube fazer “assistências” fundamentais para Lula fazer o gol da vitória.

Sidnei Aranha - Guarujá


Eleição (2)

Os nascidos na África do Sul tiveram orgulho de ter Nelson Mandela, um ex-presidiário, como seu presidente. Afinal, ele lutou e muito contra o apartheid. Depois de 27 anos de prisão, ele assumiu o governo daquele país. Lá ou não tem ou não houve participação do s (assim mesmo, com minúscula)TF. O Brasil também terá um ex-presidiário como presidente. Ele participou de inúmeras falcatruas no mensalão e petrolão e recebeu propinas várias. Só que aqui tem um sTF que é conivente onde lhe interessa, além de ignorar os outros dois poderes da República. Realmente, no Brasil, o crime compensa.

Antonio Carlos de Moura - Santos


Eleição (3)

Parabenizamos os eleitores da Baixada Santista e do Estado de São Paulo, maior PIB nacional, em eleger o governador Tarcísio de Freitas, executivo do bem, competente, honesto e empreendedor entusiasta na criação de emprego e destravar obras paradas. O resultado final da eleição nacional trouxe uma profunda decepção para os eleitores do bem e que têm Deus acima de tudo, pois com a judicialização ideológica o crime passa a compensar. De fato, tenho preocupação com o futuro dos jovens, pois se quiserem trilhar os princípios de ordem e progresso terão que lutar em várias frentes para superar a desonestidade, corrupção, falso arbítrio, injustiças que retornarão com sede implacável.

Wilson de Almeida Filho - Santos


Eleição (4)

A taxa de desemprego recua para 8,9%, o mais baixo índice desde 2015, como consequência, a massa salarial em circulação avança 9,9%, ou R$ 24,5 bilhões a mais circulando na economia, e o rendimento médio sobe 3,7% enquanto a taxa de inflação anual é 7,7%, uma das mais baixas do mundo, e a economia segue crescendo, na contramão do mundo mais industrializado. Mesmo assim, não foi suficiente para seduzir o eleitorado, contrariando o famoso mote “é a economia, estúpido”, cunhado pelo estrategista de Clinton, ao referir-se à recessão nos EUA, e que o ajudou a se eleger. Por estas bandas, a estratégia foi outra, utilizada abertamente no horário eleitoral e inserções, a maquiagem da verdade, ou seja, mentira, que foi usada para defender-se ou atacar seu rival, que “repetida mil vezes, torna-se verdade”, frase criada por Goebbels, ministro nazista. Ainda sobre frases, é propício citar Roberto Campos: “Infelizmente, o Brasil nunca perde uma oportunidade de perder oportunidade”. Que nossas apreensões não se tornem realidade, pois o Brasil está cansado de falácias.

Ademir Alonso Rodrigues - Santos


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