Tribuna do Leitor - 24 de novembro de 2021

Hoje, com Patrick Georges, José de Arimathea, Édison Aguiar e outros

Por: Redação  -  24/11/21  -  06:45
  Foto: Arquivo/AT

Consciência negra
O ator americano negro Morgan Freeman, em uma frase lapidar, define bem o preconceito racial. “O dia em que pararmos de nos preocupar com consciência negra, amarela ou branca e nos preocuparmos com a consciência humana, o racismo desaparece”. J.A.Nogueira de Sá - Santos


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Fogos de artifício
As festas de fim de ano se aproximam e algumas prefeituras da região ainda não decidiram se vai ter queima de fogos. As cidades que optarem em ter a queima, espera-se que seja cumprida a louvável Lei Estadual 17.389/2021, de autoria da deputada Maria Lúcia Amary, que proíbe fogos de artifício com barulho. A retirada do estampido dos fogos não tira a beleza na comemoração. Os fogos com estampido, além de provocarem poluição ambiental, perturbam e resultam em transtornos em idosos, crianças, pessoas com deficiência e causam pânico nos animais. Patrick Georges - Santos


Cobrança
Atenção, senadores e deputados ociosos, quando vocês vão levantar dessas cadeiras? Os bandidos estão matando, roubando pessoas inocentes, morrendo velhos e trabalhadores. Gostaria de saber se os mortos fossem a mãe de vocês, a filha de vocês ou a mulher de vocês. Só assim vocês fariam alguma coisa. Vocês mereciam ser punidos. Porém, o povo brasilerio também não faz nada. Vocês são eleitos para defender o povo, com saúde, segurança e emprego. José de Arimathea - Santos


Educação e Cultura
Em sua infeliz carta publicada nesta coluna (18/11), onde chama os eleitores do presidente Bolsonaro de “curral eleitoral”, o sr. Rafael Moia Filho (Bauru-SP) define bem a falta de educação e cultura dos “esquerdopatas”. Queria lembrá-lo que a Venezuela fica aqui do lado, bem pertinho. Até lá vista baby ! João Horácio Caramez - Santos


Moro
A retórica do agora declaradamente candidato à Presidência da República Sérgio Moro, da antipolítica enfeitada pelo combate a corrupção, é boa para conquistar votos e ganhar eleições, porém, insuficiente para criar capacidade de fazer um bom governo. Basta lembrar o ocorrido no governo Jânio Quadros e, mais recentemente, no Governo Collor de Mello e, atualmente, no Governo Jair Bolsonaro, que só permanece no poder devido ao nosso fracassado sistema político. Mesmo assim, nosso atual presidente vem perdendo apoio entre aqueles que o elegeram. Só ficaram os mais fanáticos, muitos deles por rejeição ao PT. Édison José de Aguiar - Cubatão


Dr. Olavo
Sra. Naninha Borges, congratulações! Em seu trabalho “O canto de Pepita”, publicado sábado, impactou-me a Ação de Graças. Também fui agraciado. Mas por diferente razão: haver sido discípulo do Prof. Dr. Olavo. Em 1961, segundo ano na Faculdade Católica de Direito de Santos. Ele, embora circunspecto, em inesquecível tirada de humor, sobre histórico momento político na França, quando a Constituição era mudada constantemente, e por questões de somenos, nos contou seguinte passagem: turista, dirigindo-se a famoso livreiro de Paris, pediu-lhe um exemplar da Constituição. Em resposta, ouviu a justificada recusa: “Meu Senhor, aqui na minha livraria não vendo periódicos...” Outra respeitosa curiosidade: Prof. Olavo seria parecido com famoso agente federal do erário americano, Eliot Ness. Talvez pesasse a tal identificação com o personagem o uso de chapéu. Mesmo sem pertencer ao FBI, foi quem decretou o fim do “reinado” de Al Capone. Tão emblemático àquela turma de jovens acadêmicos, como se Eliot Ness fosse nosso catedrático professor. Ao ensejo desta modesta homenagem ao inesquecível Prof. Dr. Olavo, lembro alguma outra que lhe fora prestada, enquanto eu era vice-presidente da Associação dos Advogados de Santos, anos 1971/1973. Em conclusão: à inspirada evocação pela produtora cultural, Sra. Naninha Borges, da veneranda Sra. Pepita, coloco este preito de saudade ao Prof. Dr. Olavo! Luiz Flavio Martins de Andrade - Santos


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