[[legacy_image_192423]] CalçadasO Poder Público contratou uma empreiteira para a troca de encanamento, esgoto, só que ela está quebrando as calçadas, o acabamento está péssimo e pior, muito feio e vai ocasionar a queda (tombo) de pessoas, principalmente idosos. Um perigo anunciado. A municipalidade tem o poder, o dever e a obrigação legal de fiscalizar a obra e também obrigar a empreiteira a refazer o serviço de péssima qualidade, uma vergonha e desrespeito ao Centro de Santos, que sempre foi desprezado pelas autoridade públicas. Pergunto: será que ninguém da Secretaria de Obras de Santos está vendo essa aberração? Quem autorizou o serviço? Ou devem fazer o jogo do empurra-empurra? Rogério Bassili - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! EnganoQuero expressar todo o meu apoio ao leitor Cesar Maluf, que em carta, no último dia 16 de julho, demonstra com muita propriedade quem na realidade representa os eleitores na Câmara Federal. Os meios de comunicação insistem em fulanizar essa representação, quando propõem que a sociedade fiscalize seus representantes, objetivando essa fiscalização sobre os deputados eleitos. O senhor Cesar, de modo claro, demonstra que são os partidos os verdadeiros representantes, já que é a eles que são destinados os votos que, na soma, determinam quantas cadeiras serão ocupadas. Os votos nominais servem apenas para ordenar a lista partidária. Assim, a grande maioria terá representação na Câmara e não apenas os que votaram em quem obteve direito a ocupar uma das cadeiras. Se não fosse assim, os que votaram em candidatos que ficaram na suplência não teriam representação? E aqueles que optaram por votar somente na legenda? Tudo isso demonstra claramente que quem precisa ser alvo da fiscalização popular são os partidos, que são os responsáveis pelos deputados com mandato. Fica muito mais fácil cobrar dos 23 partidos que têm representação na Câmara do que dos 513 deputados com mandato. Os deputados de uma legenda não agiram de acordo com o ideal partidário? Essa legenda não deve ser escolhida na próxima eleição. A legenda não tem um ideário claro? Desconfie. Dessa forma, os partidos teriam um cuidado maior, tanto no que diz respeito a dar legenda a pretensos candidatos quanto com a divulgação de seus ideários. Luiz Ezildo da Silva - Santos Zona AzulExiste falta de locais para a venda da Zona Azul Digital, tanto no Centro da Cidade quanto no Gonzaga e demais locais, pois poucos estabelecimentos têm as maquininhas para que turistas e munícipes possam adquirir esses comprovantes e pagar as taxas para evitarem ser multados. Como fica a situação de uma pessoa que, ao parar seu veículo, não encontra um ponto de venda próximo? Será multada indevidamente, pois quer pagar a taxa e não encontra o local adequado para sua compra? Cabe, portanto, à Prefeitura e à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) dobrar o número de estabelecimentos para a venda desses comprovantes e divulgar pela imprensa os locais onde os mesmos possam ser adquiridos por todos. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Orçamento secretoO orçamento secreto é a cláusula central da corrupção do Governo Bolsonaro. Foi criada uma espécie de simbiose com a Câmara, comandada por Arthur Lira, e o Senado, comandado por Rodrigo Pacheco, formando um laço de reciprocidade e mútua dependência entre a parte mais mercenária e parasitária da política e Jair Bolsonaro. Edison José de Aguiar - Cubatão O Santos FC na VilaNeste ano de 2022, a participação negativa da torcida do SFC, em jogos no Urbano Caldeira, está muito acelerada. O time não tem dinâmica para marcar gols e encurralar o adversário, mesmo com jogadores jovens e empenhados em campo. E isso é ruim para a torcida, acostumada a vitórias e títulos. E consequentemente, o resumo disso se baseia na Lei de Murphy: uma série de acontecimentos errados termina em tragédia. Então, os acontecimentos já estão em andamento: vários jogos terminados em empates e/ou derrotas, os torcedores brigam entre si, com torcedores adversários, destroem patrimônio no entorno do estádio. Agora em duas decisões (Sul- Americana e Copa do Brasil), invadem o campo para agredir jogadores. Se as entidades que comandam o futebol, entidades jurídicas, torcidas organizadas e a diretoria do SFC não adotarem medidas extremas para coibir esses atos violentos e com o time apresentando um futebol fraco e sem espírito de jogo, a Lei de Murphy vai prevalecer, mais uma vez. Deodoro Moreira dos Santos - Santos