Tribuna do Leitor - 7 de março de 2021

Nesta edição participações de Daniel Marques, Jesse Teixeira Felix, Valter José Vieira, Vicente Carlos Ferrero, Wagner Fernandes Guardia, Wagner de Alcântara Aragão e Uriel Villas Boas

Por: Da Redação  -  07/03/21  -  17:30
Atualizado em 19/04/21 - 19:02
  Lira lidera a articulação do Centrão junto ao presidente da República, Jair Bolsonaro
Lira lidera a articulação do Centrão junto ao presidente da República, Jair Bolsonaro   Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Inacreditável


Vergonhosa a atitude da Câmara dos Deputados que, ao invés de solicitarem urgência para adquirir vacinas contra a Covid-19, ocupam a tribuna para amenizar os processos contra o baixo clero representado por Flordelis e Daniel Silveira. Ainda pior é pensarem na criação de uma PEC da impunidade, que visa blindar os deputados em suas ações antiéticas e criminosas. Inacreditável a sociedade brasileira aceitar que o plenário mais caro do planeta utilize tempo, recursos e pessoal apenas para livrar seus pares das garras da lei. Arthur Lira começa sua presidência na Câmara aceitando tudo que existe de pior na política brasileira e contrária aos princípios constitucionais, éticos e morais. Resta-nos aguardar que, nas próximas eleições, o povo escolha somente novos representantes.
Daniel Marques - Minas Gerais


Ciclovia abandonada


Gostaria de solicitar ao prefeito kayo amado um olhar especial para ciclovia do Japuí, na Avenida dos Tupiniquins, em são Vicente. Essa ciclovia está abandonada, uma vergonha para o município.
Jesse Teixeira Felix - Santos


Situação crítica


Como se não bastasse a pandemia da Covid-19, temos o retorno da dengue. Governadores sabotam o governo federal, com aumentos abusivos da carga tributária, do custo de vida, em um momento de grande sofrimento, desemprego e fechamento de comércios. Como gerar empregos se estão fechando negócios por falta de clientes e alta tributação? Ao invés de o governo conter gastos, cobra dos contribuintes, que a tudo assistem passivamente. A situação chega a ser tão crítica, que 60% da população está na fila do auxílio emergencial. Fome e miséria. A mídia reprova toda e qualquer ação do governo, ao invés de abrir caminhos a governabilidade. A Petrobras arrasta as demais estatais. Nós não precisamos de estatais deficitárias, mas de reforma política e mais outorgas. Há 60.000 vereadores e 5.570 prefeitos. Quando você procura emprego, arca com todos os custos. Quando eles se candidatam, têm auxílio campanha. Desgraça pouca é miséria.
Valter José Vieira - São Vicente


Combustível


Gostaria que alguém explicasse os preços do combustível nos postos. Sobe-se o preço da gasolina nas refinarias e sobe o mesmo porcentual nos postos, como se o custo fosse composto somente pelo produto e pelos impostos. Mão de obra não entra nesse custo? Por que, então, subir o mesmo porcentual? E que culpa tem o álcool se a gasolina subiu? É para garantir o diferencial e aumentar o lucro dos acionistas?
Vicente Carlos Ferrero - Santos


Censura


Éfalta de senso ou as práticas da ditadura estão sendo retomadas? Quando deputado é preso incitando práticas antidemocráticas por vídeo e quando há investigação sobre disseminação de fake News, o governo alega que isso é cerceamento da liberdade de expressão. Mas quando os professores criticam o presidente também são investigados e ainda precisam assinar termo se comprometendo a não cometer isso novamente durante dois anos.
Wagner Fernandes Guardia - São Vicente


Faixas para ônibus


A região metropolitana da Baixada Santista precisa de mais faixas para a circulação de ônibus com urgência, como já ocorre na capital, no Grande ABC e, recentemente, na Zona Noroeste. Não tem cabimento os coletivos ficarem presos em congestionamento. As faixas exclusivas garantem mais agilidade e segurança ao transporte público. Priorizam, pois, o social, em vez do individual. Por faixas na av. Afonso Pena, na av. Francisco Glicério, nas avenidas dos canais e da orla, entre tantas outras!
Wagner de Alcântara Aragão - Santos


Orientações sanitárias


No Brasil, a pandemia já ceifou mais de 260 mil vítimas desde o ano passado e não há perspectiva de quando nos livraremos desse mal. Efetivamente, é preciso a união de todos contra o vírus. E isso começa em casa, obedecendo às determinações dos especialistas, com isolamento social, uso de máscaras e higienização constante das mãos. Os organismos públicos precisam se entender e agir de forma coordenada. E que o ocupante do cargo maior desta nação não faça pronunciamentos desestimulando as orientações sanitárias.
Uriel Villas Boas - Santos


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