(Alberto Marques) Fé sem dogmas Muito bela a crônica de Arnaldo Luis Theodosio Pazetti intitulada “Uma nova igreja”, publicada ontem. Quem sabe um dia os chamados e intitulados homens de Deus assumam o seu verdadeiro papel em nossa sociedade combalida e muitas vezes enganada por falsos profetas, como está alertado na Bíblia e no Evangelho do Cristo. É mister tomarmos cuidado com as indulgências contemporâneas que adquiriram várias formas de negócios. O importante é o cristão, independentemente da sua bandeira religiosa, compreender que quanto mais entendemos o papel de Deus em nossa vida, menos precisamos Lhe pedir ou fazermos promessas. Basta ter resignação e fé, como aconteceu com muitos de seus seguidores. Se possível, devemos praticar a fé raciocinada, sem os chamados dogmas. Arlindo Caseli de Oliveira - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A pedra Ao caminhar distraidamente, Laurentino tropeçou em uma pedra, responsabilizou a limpeza pública e seguiu em frente. No dia seguinte, a mesma pedra, outro tropeço, outra bronca na Prefeitura. No terceiro dia, teve a brilhante ideia, ainda que mais distante: ir por outra via. Assim ocorre nas eleições: votando nos mesmos, partidos dominam por gerações nosso destino. Se nosso voto for valorizado, será possível oxigenar essa democracia arcaica, viciada, lavando a casa. O futuro do País depende de seu voto útil, sem brancos, nulos e com comparecimento. Não deixe aos outros o poder de decidir por você. Valter José Vieira - São Vicente Soluções Em 19 de julho, fiz nesta página uma crítica à proposta de permuta de área do INSS, na Aparecida, em Santos, sugerindo que o local beneficiasse a comunidade da Zona Leste. Fiquei feliz ao saber que o Governo Federal desistiu da nefasta proposta. Além disso, em 22 de novembro de 2023 e 17 de janeiro deste ano, pontuei a ausência de ar-condicionado nos ônibus intermunicipais. Neste mês, o Governo do Estado anunciou a chegada à região de 50 novos ônibus com ar-condicionado. Lembro que, em meus textos, sugeri aos políticos da região que se empenhassem nisso. Só vi a deputada estadual Solange Freitas nessa empreitada. É importante que quem fez as primeiras reclamações não seja esquecido pela vitória alcançada. Martinho Leonardo - Santos Passarelas Como já foi observado, a passarela da estação das barcas em Santos não é funcional, pois foi construída com escadarias ao invés de rampas, além de um elevador que volta e meia está quebrado porque alguns não sabem fazer bom uso dele e cometem abusos — seja por irresponsabilidade, falta de educação ou desrespeito —, trazendo prejuízo e mais gastos. O local deveria contar com rampas rolantes, iguais às de hipermercados, inclusive cobertas, que mesmo quando quebram ou param para manutenção ainda podem ser utilizadas. Soube que mais uma passarela será construída para a população ter acesso ao Parque Valongo. Espero que não cometam o mesmo erro e respeitem a acessibilidade de todos, valorizando o turismo e não esquecendo a segurança. Sandra Maria Tamashiro - São Vicente Covardia Como todos sabem, a PEC da Anistia foi uma proposta de emenda à Constituição que estabeleceu a maior anistia da história a irregularidades cometidas por partidos políticos. Aprovada a toque de caixa e praticamente sem debates, como só acontece quando o interesse é congressual, uniu ampla maioria das legendas. Organizações de transparência eleitoral estimam que o valor devido pelos partidos chega a R\$ 23 bilhões. Depois de obter êxito nos dois turnos da votação para sua aprovação, a sessão do Congresso Nacional que promulgou a PEC teve a presença de apenas três parlamentares à mesa diretiva, com o plenário inteiro vazio. Nem sequer os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deram o ar da graça. Por ser uma pauta negativa perante a população, pois legisla em causa própria, fica claro que suas excelências têm na arrogância e nos interesses o mesmo tamanho da sua covardia. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos APS e nova sede O presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini, propõe a mudança da sede administrativa, comumente chamada pelos portuários de Presidência, para o edifício sede da Alfândega. Na minha opinião, o melhor seria a utilização do terreno que hoje é um estacionamento, entre a Rua Alberto Leal e a Avenida Senador Feijó, pela APS, construindo ali sua nova sede administrativa. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos VLT O Governo do Estado está ampliando o VLT em Santos com estações sem sanitários aos funcionários. As primeiras já não contavam com eles, e as novas seguem o mesmo caminho. As explicações para isso são um insulto à inteligência alheia. Silvio de Barros Pinheiro - Santos