(Matheus Tagé/AT) Sincronização Utilizo-me deste precioso espaço para solicitar às pessoas da CET responsáveis pela sincronização dos semáforos em Santos que uma providência seja tomada na Avenida Presidente Wilson, na pista sentido São Vicente, em frente ao número 183, onde há um semáforo no cruzamento com a Rua Santa Catarina. Quando o primeiro abre, o segundo fecha e vice-versa. Sei que é difícil fazer a coisa certa, mas, por favor, tentem. A paciência dos motoristas agradece. Desde já, obrigado. Pedro dos Santos Neto - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Jornal A edição de ontem de A Tribuna abordou importantes temas, desde o editorial, com o alerta de as energias limpas serem adotadas de forma diversificada e simultânea, além de reportagens bem interessantes, como as de Nicole Vasques, sobre a importância de se ter um hobby, como o de fazer maravilhosos castelos nas areias das praias, e de Anderson Firmino, sobre a parceria da Prefeitura de Santos com o A.C. Camargo na prevenção ao câncer de pele. Outra notícia importante foi a de Victor Barreto, que detalha o plano das autoridades santistas para o combate às enchentes. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Santos Film Fest Estou participando do 10º Santos Film Fest como voluntária e tem sido uma experiência incrível. Como sou estudante do curso de Cinema e Audiovisual da UniSantos, é muito emocionante ver que há um festival na minha cidade que valoriza o cinema. O evento está ocorrendo em vários locais de Santos, com exibição de filmes, promoção de bate-papos e sessões infantis. Espero que o Santos Film Fest cresça ainda mais para que as pessoas se encantem com a arte que é o cinema brasileiro. Mariana Izumi - Santos Escarnecedor Em recente culto, o pastor André Valadão disse, entre tantas bobagens, que as famílias evangélicas não deveriam permitir que seus filhos fossem para a universidade. Num vídeo revoltante pelo deboche demonstrado, o dito pastor apresentava ao seu filho a Universidade de Harvard, nos EUA. Você, evangélico, não caia nessa, pois o estudo é justamente o que ajudará a se libertar de picaretas. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Apostas Em várias oportunidades já manifeste neste periódico meu pensamento favorável à liberação dos cassinos. Reforço essa posição e trago novos argumentos. Estive recentemente em um hotel no interior de Minas Gerais. No passado, o imóvel abrigava um cassino e fiquei triste ao ver toda aquela estrutura não sendo usada, podendo gerar emprego e renda. Não bastasse o Brasil ter um dos maiores cassinos do mundo, a nossa Caixa Econômica Federal (que possui o monopólio dos jogos), agora temos o famosos bet. Não basta liberar cassinos, é preciso urgentemente haver uma medida governamental para normatizar as casas virtuais de apostas. As grandes empresas têm sede no exterior e acabam ficando à margem das exigências legais brasileiras. Elias Carneiro Jr. - Santos Negacionismo Li nesta coluna, na edição de domingo, textos de alguns leitores que mostram muito bem a realidade atual em nosso País. Um descreveu a vacinação contra a poliomielite, que está em torno de 10%, quando em décadas passadas chegava a 95%. Outro, estarrecido, abordou as pautas colocadas em regime de urgência para votação no Congresso, como o projeto antiaborto e outras propostas tão nefastas quanto essa. Por isso, digo: enquanto a esquerda socialista luta para que o Brasil avance positivamente, a extrema direita conservadora - como gosta de ser chamada - espalha mentiras. Aos que pensam como eu, friso que não fomos nós quem colocamos essa turma do atraso no atual Congresso. Sabemos escolher muito bem em quem votamos e continuemos repudiando os negacionistas. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Generalização perigosa Discordo do leitor Fabrício Xavier, que chama de “pelego” o trabalhador sindicalizado. Como jornalista profissional diplomado há mais de 40 anos e que não tem procuração para defender sindicalistas, que também são trabalhadores, assevero que a esmagadora maioria das entidades busca suprir deficiências socioeconômicas que são prerrogativas dos três níveis de governo. Pelego é aquele que desconhece os benefícios conquistados em contrapartida à mensalidade paga e não participa das lutas porque opta pelo cômodo caminho da omissão, mas, quando da negociação do dissídio coletivo, busca ansioso saber qual o índice de reajuste obtido justamente por aqueles que “deram a cara a tapa”. Mario Ribeiro de Paula - Santos