(Arquivo/Prefeitura de Santos) Acidente Ao trafegar pela Avenida Martins Fontes, na pista central, sentido Túnel Rubens Ferreira Martins, com muito transito na faixa da esquerda, vi na minha frente uma enorme retroescavadeira trafegando na pista da direita. Percebi que ela chacoalhava muito. Quando eu estava ultrapassando-a, a retroescavadeira passou por uma ondulação da via e a lâmina dianteira se deslocou, batendo na porta e no para-lama traseiro de meu carro HB20. De comum acordo, eu e o operador da máquina chamamos uma viatura, que nos levou à delegacia, onde detalhamos a ocorrência. O policial que nos atendeu até comentou para que eu não me preocupasse, pois normalmente essas empresas, via seguradoras, pagam o conserto. Só que a empresa da retroescavadeira se recusou a pagar o conserto. E lá vamos nós para o Juizado de Pequenas Causas. José Marmo - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Motos e crianças Em um domingo, estávamos no meio do jardim da praia de Santos, indo ver o baile na Fonte do Sapo, na Aparecida, e fomos surpreendidos por uma moto elétrica pequena, dirigida por uma criança que devia ter uns 10 anos. Por precaução, mudamos de local para caminhar. Tenho percebido nas ruas de Santos essas motos sendo conduzidas por adultos com crianças, desobedecendo qualquer regra de trânsito, sem proteção, como o capacete. Acredito que crianças não deveriam dirigir veículos utilizados por adultos, pois as consequências podem ser imprevisíveis. Cabe à CET fiscalizar. Cristina Ferreira - Santos Sindicatos O missivista José Almeida fez referência, recentemente, a uma crônica do analista político Alcindo Gonçalves sobre a mudança de posição política da nossa cidade. Ele acerta ao inserir o enfraquecimento sindical nessa mudança, mas não podemos apagar as conquistas. Só para lembrar, Santos parou no início da década de 1990 e a então prefeita Telma de Souza decretou estado de calamidade pública, revertendo a demissão de 5.372 portuários da antiga Codesp. Em singela comparação, a Santos Port Authority (SPA), em 3 de julho de 2020, demitiu 38 profissionais rumo à desestatização. Aqui, uma palavra aos portuários: virar as costas a esses fatos não os fazem menos “vermelhos” ou mais “amarelos”, apenas demonstra ingratidão. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Contêineres Li com atenção reportagem publicada no dia 16 sobre a expansão de um empreendimento portuário, envolvendo carga e logística. No Valongo, em Santos, será construído um novo terminal portuário de R\$ 350 milhões, financiado pela empresa santista Marimex, em área de 90 mil metros quadrados, com capacidade de 124 mil contêineres por ano. Ele ficará próximo da Avenida Martins Fontes e da Avenida Engenheiro Augusto Barata. Com isso, aumentará o movimento de cargas com necessidade de armazenamento em contêineres, gerando empregos diretos e indiretos. Essa expansão é fundamental devido ao movimento contínuo de importação e exportação do Porto de Santos. Acredito que em 2026, quando ocorrerá a conclusão desse terminal, ele será vital para nossa região e nacionalmente. Juliano Soares Lins - Santos Aos leitores Sou assinante de A Tribuna há 30 anos e para mim o dia só começa depois da leitura do jornal. Acho a coluna Do Leitor fantástica, pena que não é usada como devia. Explico: estamos numa região onde todas as cidades possuem grandes problemas e essa ferramenta poderia ser direcionada a soluções desses pontos, com moradores expondo suas dificuldades. Porém, o que vemos são alguns leitores que têm seus políticos de estimação (principalmente os de esquerda) ofendendo as pessoas que pensam diferentemente deles. Não tenho político de estimação, voto sempre depois de muito analisar os candidatos e se erro é porque a maioria dos políticos não possui caráter - uma cultura do nosso Brasil, pois como dizia Ruy Barbosa, “política é uma arte”, mas no Brasil é profissão. Waldocir dos Santos Martins - Pq. São Vicente Cristóvão Colombo Cristóvão Colombo e seus seguidores não só exploraram as Américas em busca de ouro e riquezas, mas também impuseram escravidão, abuso e morte a nativos. Isso levou à expropriação de terras, destruição de culturas e propagação de doenças que resultaram na redução drástica das populações indígenas. Tradicionalmente, Colombo foi retratado como um herói na história eurocêntrica, enquanto os impactos negativos sobre os povos indígenas foram minimizados ou ignorados. É questionável a validade dessas celebrações à luz de uma compreensão mais completa e crítica da história. Propõe-se uma abordagem mais crítica e inclusiva da história, que reconheça tanto as conquistas quanto os danos causados por figuras históricas como Colombo. Isso não implica em apagar a história, mas em contar uma narrativa mais justa e completa. Gilberto Pereira Tiriba - Santos