(Divulgação) Ego e alterego As crianças, quando começam a aprender a fazer uso da linguagem, têm a propensão de pensar em voz alta, de expressar os seus pensamentos em palavras, mesmo quando não há ninguém por perto para ouvi-las. Com o alvorecer da imaginação criativa, elas evidenciam uma tendência de conversar com companheiros imaginários. Desse modo, um ego que se forma busca manter a comunhão com um alterego fictício. Por meio dessa técnica, a criança aprende muito cedo a converter o seu monólogo em um diálogo fictício, no qual esse alterego responde ao seu pensamento verbal e à expressão dos seus desejos. Boa parte dos pensamentos dos adultos é mentalmente construída na forma de conversas. João Horácio Caramez - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Abin Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), parlamentares, jornalistas, servidores públicos federais, organizações não governamentais (ONGs) e ex-políticos foram bisbilhotados pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Paralelamente, há uma grita interna dos agentes da Abin em relação à escolha do nome para corregedor não ser dos quadros da instituição. Queriam alguém da casa, mas assumiu o delegado da Policia Federal José Fernando Moraes Chuy. Ele substitui a oficial de inteligência Lidiane Souza dos Santos, da casa, indicada durante a gestão do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), aliado de Bolsonaro e um dos alvos da investigação sobre a espionagem ilegal. Essa é a grita externa. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Tragédia e impunidade Em relação à missiva com o título acima, devo dizer que a polícia prende os criminosos que cometem o delito citado. Quanto à Justiça, ela não tem vida própria. Juízes têm vida própria e são obrigados a se curvarem à lei maior, com brechas que acabam beneficiando, ora ou outra, criminosos de todo tipo. Como leis não se criam de forma espontânea, lembro que os criadores de leis neste Brasil são os congressistas. Estes, sim, devem ser cobrados para que crimes do tipo não aconteçam, mas eles, com atitudes idiossincráticas, preferem criar leis em que se autobeneficiam. Solução? Não reeleger absolutamente nenhum congressista e cobrar dos novos o que eles devem fazer, os quais ganharão regiamente para isso. Pedro dos Santos Neto - Santos Mpox A mídia não deveria traduzir a doença monkey pox, visto que a população reage com violência matando indiscriminadamente animais inocentes. Recordemos o caso recente da doença de febre amarela, com as pessoas promovendo uma matança de macacos, sendo que eles também eram vítimas dos mosquitos e, quando adoeciam, serviam de alerta aos humanos e não eram transmissores de doença. Todo alarmismo pode gerar desequilíbrios ambientais com consequências desastrosas ao ecossistema. Daniel Marques - Virginópolis (MG) Ouvidoria Desde setembro do ano passado, entramos com várias demandas na Ouvidoria de Santos sobre um comércio delivery que funciona na Rua Enguaguaçu, na Ponta da Praia, mas até agora só vimos direcionamentos e nenhuma cobrança. Enquanto isso, quem mora na via lida com incômoda fumaça que sai de forma constante de uma coifa, além do cheiro forte. Quando a reclamação é cadastrada, a Ouvidoria tem prazo de 20 dias para responder, mas não para resolver. Diante disso, a quem devemos recorrer? Henrique M. C. Cruz - Santos Tolerância O mundo permanece num estado bastante triste: desordens, incompreen-sões e desentendimentos reinam por toda parte. Ainda não se conseguiu uma paz verdadeira, aquela que traz a tranquilidade às famílias, a facilidade para a luta pela vida, a cooperação mútua. Dificuldades e mais dificuldades atingirão as pessoas se elas não estiverem preparadas, encarando todas as coisas sem se prenderem a futilidades e aborrecimentos que acabam por fazer males físicos e psicológicos, concorrendo para a alteração do sistema nervoso e para o envelhecimento antes do tempo. Sejam otimistas, encarem as coisas como de fato são, tratem de ocupar o tempo o melhor possível, não se prendam a dificuldades. Procurem vencê-las, e, assim fazendo, todos passarão a viver inteligentemente, alegremente e serão compreensivos, porque existirá a tolerância. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania