(Rafa Neddermeyer/Agência Brasil) Brasil sem leis No passado, ouvíamos o pessoal mais velho falar que os tempos mudavam para “melhor”. Nos dias de hoje, é o contrário. Tudo por causa dessas leis fracas. A cada dia que passa, nós vemos diversas barbáries. É pai matando filho, filho matando pai ou mãe e, se eles forem presos, nada acontece na cadeia. Ouvíamos falar, antigamente, que se o filho maltratasse a sua mãe e fosse preso, ele que rezasse para que os presos não soubessem o motivo da detenção. Hoje, se um carcereiro colocar um preso por matar a própria mãe for junto com os condenados mais indisciplinados, corre o risco de ficar sem emprego. Tudo isso tem um nome: Constituição Federal. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Injustiças Não há quem não tenha sofrido no mundo injustiças, tantas são as causas que as determinam. A principal delas, contudo, a que envolve todas as demais, é a falta de dedicação aos princípios morais. Por isso, desde que se queiram melhorar as condições terrenas, nenhuma outra solução há, senão a de se seguir pelo caminho do amor fraterno a todos. As injustiças fazem sofrer, porque ofendem, diminuem o valor, usurpam, desclassificam, lesam e provocam um ressentimento que custa a ser esquecido. É por isso a injustiça é um procedimento agressivo, malévolo, muitas vezes gerado pela prepotência. A pessoa injusta reveste-se de um aspecto que não é atraente e apresenta traços de algoz. Injustiça praticada é dívida contraída, a ser corrigida com urgência. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Viva o rock’n’roll O Dia do Rock foi celebrado no último sábado. Uma data especial aos fãs desse gênero icônico. A escolha da data ficou marcada após o evento beneficente Live Aid, em 1985, que reuniu alguns dos maiores nomes do rock para uma causa nobre. Desde então, esse dia se tornou um marco para celebrar a música, a cultura e os artistas que moldaram o rock pelas décadas. Bandas e artistas que contribuíram significativamente para o desenvolvimento e a popularização do rock são lembrados e homenageados. É sempre importante relembrar as músicas que se tornaram hinos de gerações, os shows memoráveis e o impacto cultural que o rock trouxe ao mundo. O rock’n’roll vive não só através das suas lendas, como continua a evoluir com novos talentos que mantêm viva essa energia e essência. É rock’n’roll na veia! Gilberto Pereira Tiriba - Santos História Se não ficarmos atentos, a história pode se repetir. Após ser nomeado chanceler da Alemanha, em janeiro de 1933, Hitler rapidamente tomou medidas para eliminar a oposição política e fortalecer seu domínio. Ele e o Partido Nazista utilizaram um incêndio para convencer o presidente Paul von Hindenburg a emitir o Decreto do Incêndio do Reichstag, que suspendeu muitos direitos civis e permitiu a prisão de opositores políticos. Em março de 1933, Hitler conseguiu a aprovação da Lei de Plenos Poderes, podendo promulgar leis sem a aprovação do Reichstag, desmantelando o sistema democrático alemão. Assim, Hitler teve controle total sobre o Legislativo, permitindo que o partido governasse sem restrições, eliminando qualquer vestígio de oposição parlamentar. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Colégio Canadá Na edição de segunda-feira de A Tribuna, me deparei com uma feliz e merecida homenagem ao Colégio Canadá. Lembranças boas de uma época em que o ensino público era reconhecidamente melhor, não porque o desempenho dos professores atuais caiu, e sim pelo desinteresse do Estado. Dos três professores mencionados em A Tribuna por Flávio Viegas Amoreira, convivi com dois deles: Itagiba e Ada. A ela emprestei um volume do Código Canônico, para seu uso no curso de Direito. O Itagiba, por sua vez, era um professor genial, que se destacava por viver muito à frente de seu tempo. Paulo Roberto de Santana - Santos Dívida interna No orçamento federal de 2022, foram pagos R\$ 4,06 trilhões, no total. A título de juros e amortização da dívida pública: R\$ 1,8 trilhão (46,3%). Na Previdência Social, foram gastos somente 20,7% desse total. A terceira maior parcela foi de 11,02%, a título de transferências a estados e municípios. Há quem defenda corte dos gastos públicos com a Previdência, como aposentadorias. Se nossos parlamentares tivessem o firme compromisso com o povo que os elegeu, tratariam da questão de taxação de grandes fortunas. Seriam apenas 50 pessoas físicas dentre os mais de 200 milhões de brasileiros. Não se trata de taxar o pé-de-meia das pessoas que acumularam dinheiro para uma velhice tranquila. São realmente grandes fortunas. A sociedade precisa ficar alerta quanto a isso. É como se fosse um Robin Hood do avesso, tirando dinheiro da maioria da população para preservar as grandes fortunas. João Jr. Tabosa Bernardo - Santos