(Vanessa Rodrigues/ AT) O horror da guerra Com área equivalente ao estado de Minas Gerais e população de 4,4 milhões de habitantes, a Ucrânia enfrenta sozinha os horrores da guerra promovida pela Rússia. Um interessante documentário a respeito pode ser assistido na Netflix. Ele se chama 20 Dias em Mariupol. Impossível o mundo se calar diante do maior de todos os crimes já existentes ao longo da história. A tolerância tem sido cúmplice na formação destes monstros, tiranos e ditadores. O mundo não pode permitir uma barbárie que já ultrapassou, e muito, os limites do tolerável. Valter José Vieira - São Vicente Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Busca pela paz Muitas vezes, a busca por paz e tranquilidade leva a ações que, paradoxalmente, causam mais conflitos e sofrimento. Isso pode ocorrer devido a várias razões: grupos ou nações podem buscar a paz, mas seus diferentes ambições e interesses podem levar a conflitos, pois as formas de alcançar essa paz podem ser divergentes e, até, conflitantes. Muitas guerras e conflitos surgem da falta de comunicação eficaz e da incapacidade de entender as perspectivas e necessidades dos outros. Às vezes, a busca pela paz é usada como pretexto para consolidar poder e controle sobre outros, o que pode levar a mais conflitos e desigualdades. A natureza humana tem aspectos complexos, incluindo a tendência a buscar segurança e controle, o que pode levar a ações que resultam em conflitos, mesmo que a intenção inicial seja a paz. Esse ciclo é um desafio constante na história e na sociedade. A verdadeira paz geralmente requer compreensão profunda, compromisso e esforços para lidar com as causas subjacentes dos conflitos. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Dívida pública A escalada da dívida pública tem como causa principal a prevaricação por parte de nomes do STF, CGU, MPF, Forças Armadas e outros órgãos públicos. Além de não cumprirem a Constituição, que manda auditar essa roubalheira, eles ainda violam a Lei Maior ao receber salários criminosos que atropelam o teto constitucional. Deveriam, ao menos, cumprir seus deveres para justificar os saques criminosos aos cofres públicos. Silvio de Barros Pinheiro - Santos Pertencimento Durante gerações, o Colégio Canadá transmitiu aos alunos um sentimento especial de pertencimento, independentemente da época em que estudaram lá. Isso persiste até hoje. Há ex-alunos com mais de 90 anos de idade que ainda se orgulham deste fato. Ter sido estudante do Canadá e se sentir canadense é um estado de espírito e seria muito importante transmitir isso aos atuais alunos. Valorizar o orgulho da escola, cuidar da escola, criar este espírito de pertencimento... Este sentimento ajuda na disciplina, na preservação, no respeito entre alunos e professores. Sou engenheiro graduado pela FEI e tenho este entendimento. Sou canadense, sou cosipano, sou feiano, trabalhei por 40 anos em cargos técnicos, de gestão e operacionais. Lecionei por 11 anos na faculdade de Engenharia. Sempre procurei motivar este sentimento nos grupos que atuei, pois nós não passamos por instituições; nós somos as instituições. Viva o Canadá e seus 90 anos! Karl Kristian Bagger - Santos Teatro dos horrores Após a insistência do STF em cobrar transparência na distribuição das emendas parlamentares, líderes do Centrão se organizam para retaliar as votações ao Orçamento Federal. O presidente da Comissão Mista de Orçamento, deputado Julio Arcoverde (PP-PI), já afirmou que não pretende colocar o tema em pauta até que se defina como, quanto e de que forma serão distribuídas as emendas, notadamente as Pix, cujos recursos são enviados aos cofres de estados e municípios sem nenhuma transparência. A PGR, através de Paulo Gonet, também pediu a suspensão imediata dessas emendas por não permitir controle e rastreabilidade, ferindo a Constituição. Como através da LDO são definidos parâmetros para elaborar e executar o Orçamento de 2025 e ela tem que ser votada pelo Congresso, corre-se o risco de não se pagar nem sequer as despesas obrigatórias, como salários e benefícios sociais. É um escárnio sem precedentes contra o País e sua Constituição, cujos insurgentes estão pouco se importando com suas manobras mesquinhas contra a população. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos A nova era da mulher Elogio o belíssimo texto da psicóloga jurídica Gabriela Saab publicado em A Tribuna. Nele, de forma otimista e assertiva, é mostrada a força da mulher. Grande parte do seu texto narra as violências pelas quais as mulheres passam: humilhação, manipulação, controle financeiro, agressões física e sexual. Maria da Penha, por exemplo, vem sofrendo uma série de ataques da extrema direita, a ponto de o Estado determinar medidas protetivas a ela. Triste é ver mulheres com posições de destaque na política filiadas a partidos notoriamente com tendências extremistas. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos