(Pixabay) Sirenes Tenho observado no trânsito de Santos o uso indiscriminado de sirenes e giroflex por carros particulares, o que além de burlar a lei pode causar acidentes, uma vez que os motoristas, acreditando na emergência evocada pela situação, se dispõem a dar passagem ao suposto necessitado. Para isso, abrem caminhos, sobem em calçadas, avançam sobre faixas de segurança, ignoram semáforos etc. Só depois percebem que se tratava de um espertinho querendo levar vantagem sobre os outros. Como naquela velha anedota sobre a criação do Brasil, “a terra será maravilhosa, mas o povinho...”. Paulo Sérgio de Oliveira - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Eu não acredito Os sete estados - São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Minas Gerais - que formam o Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud) reafirmaram o propósito de impulsionar ações socioeconômicas, promover o desenvolvimento sustentável e enfrentar os desafios que afligem a população com soluções inéditas, maximizando a eficiência na gestão. Como discurso, achei maravilhoso. Mas dos R\$ 747 bilhões devidos pelos estados à União, só o Rio é responsável por R\$ 202 bilhões. Agora, o governador Cláudio Castro (PL), que culpa os indexadores dos débitos e não a ineficiência das gestões, aguarda a definição da Câmara Federal sobre o Programa de Plano de Pagamento de Dívida dos Estados, já aprovado no Senado, para que, segundo suas palavras, os estados e o país entrem em um ciclo virtuoso de crescimento. Eu não acredito. E você? Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Estradas Vem aí a nova modalidade de locupletação: o pedágio sem cancela (free flow). Ele funciona sem cabines de cobrança e sem funcionários. Ou seja, sem férias, sem 13º, sem FGTS, sem vale-refeição... Quando essa novidade chegar na região, teremos desconto nos pedágios devido ao desemprego que essa medida poderá causar? Silvio de Barros Pinheiro - Santos Deus e a Ciência Excelente o artigo Deus e a Ciência, publicado no sábado. E acrescento: se a Ciência admite que não há efeito sem causa e o universo é um efeito, logo haverá uma causa, que até podemos chamar de Deus. Vicente Amato Sobrinho - São Paulo Cine Comunidade Estive domingo na Concha Acústica, para a abertura do Cine Comunidade Santos, projeto dos queridos André e Paula Azenha. Eu e os demais presentes fomos presenteados com a sessão de cinema ao ar livre do clássico O Garoto, do Charles Chaplin, com trilha sonora tocada ao vivo magistralmente pelo Mario Tirolli e trio. E ainda teve pipoca de graça. Esteve lotado. Foi um fim de tarde maravilhoso que repetiu as sessões bem sucedidas do Santos Film Fest. Agora, o Cine Comunidade percorrerá escolas e creches da cidade. Uma iniciativa incrível que merece aplausos e admiração. Parabéns, Cinezen Cultural. E viva a Lei Paulo Gustavo. Rodrigo dos Santos Rema Alves - Santos Promessas As promessas pessoais, assim como as promessas eleitorais, operam como um ritual de renovação. Para muitos, por exemplo, o início de um novo ano ou a eleição de um novo líder oferece uma chance de recomeço. A diferença é que, enquanto as resoluções falham na esfera pessoal, as promessas eleitorais falham no âmbito público e institucional. Quando as promessas não se concretizam, a desilusão é um sentimento comum. No contexto político, há uma tendência de direcionar essa frustração para os políticos, como se fossem os únicos responsáveis pelas falhas. Essa abordagem simplista ignora o papel ativo dos eleitores na criação de expectativas e na perpetuação de crenças infundadas. Promessas eleitorais e resoluções de Ano-Novo revelam a complexidade das expectativas humanas e o ciclo de esperança e desilusão que frequentemente o acompanha. Reconhecer e abordar essas dinâmicas pode ser o primeiro passo para uma abordagem mais crítica e eficaz na busca por mudanças reais. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Ser e vencer Afirmamos que cada um é aquilo que quer ser, e assim é. Cada um é aquilo que quer ser porque está na vontade do ser humano ser o que queira. Só não vencem na vida aqueles que são fracos, que não possuem um ânimo forte, nem uma vontade bem educada para o bem. Para vencer neste mundo é preciso ser cauteloso, inteligente e perspicaz; mas há também a argúcia do esperto que vence de maneira diferente, menos honesta, porque sabe fingir, porque é hipócrita. Não é, porém, essa vitória que nós queremos que as pessoas sintam. A vitória dos hipócritas e dos espertos é fictícia, tem alicerces falsos. Queremos que vençam aqueles que têm de fato uma vontade educada, que sabem querer, que não usam de sofismas para vencer. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania