( Divulgação) Eleições (1) Está chegando ao fim a corrida por uma “cadeira estofada de reais”. Lembro que, antigamente, havia candidatos que concorriam a uma cadeira política para aparecer perante a população e faziam de tudo para conquistar votos, até mesmo daqueles que não lhes deram a confiança em pleitos anteriores. Hoje, não sei se é pelo ordenado, mas o fato é que há muitos candidatos e alguns, quando perguntados sobre o que fariam se fossem eleitos, se enrolam na resposta. Desde o ano de 1980 eu milito na política, seja sindical ou partidária, porém uma coisa nunca mexeu com minha cabeça: ser um “político profissional”. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Eleições (2) A campanha do Guilherme Boulos na Capital tem o lema “Amor por São Paulo”. Mas, com tanto ódio que se espalha por aí, o nome deveria ser “Ódio por todos que não votam no Boulos”. E alguns dizem que isso é democracia... Marieta Barugo - Santos Eleições (3) “A política divorciou-se inteiramente da moral. Governadores e Congresso firmaram entre si pactos reprováveis, esquecidos e desprezados os deveres constitucionais para se entregarem à gatunagem e à licença, enchendo as algibeiras com o produto dos impostos e afastando os honestos, com a perseguição política. Contristador é o espetáculo que, sob o ponto de vista moral e político, nos oferecem o Congresso Federal. Não há mais um vislumbre de dignidade e independência naquela grande corporação. (...) Afirma-se a todo momento que vivemos no mais puro regime democrático. (...) Nós, porém, o que vemos e sentimos com mágoa é que o presidencialismo não é mais que uma etiqueta, um rótulo falso, com que se procura impingir ao povo simplista a mais baixa, a mais passiva ditadura política”. O texto parece atual, mas saiu na capa de O Estado de S. Paulo de 18 de julho de 1901, quando o presidente era Campos Salles. Esse contraste se tornava mais forte quando, ao final do artigo, era possível ler o nome do autor: o jornalista Alberto Salles, irmão do presidente. Gilberto Ruas - Santos Associação de soldados A guerra é uma tragédia na sua essência. Mortos de ambos os lados. Famílias dizimadas, cidades, nações destruídas e assim vai. Sofrimento de toda sorte. Mas ainda haverá um dia que será criada a Associação Internacional dos Soldados Rasos, com eles decidindo se é justificável dar a própria vida numa guerra que nunca é deles. E mais: o protocolo dessa associação, além de outros ordenamentos, obrigará os chefes das nações em guerra a irem à linha de frente do combate. Pedro dos Santos Neto - Santos Diplomacia A Ilha dos Faisões, com 8.200 m2, é administrada por França e Espanha, que alternam o controle semestralmente. Localizada no Rio Bidasoa, na fronteira entre os países, foi cenário de tensões no passado. Em 1659, ali foi assinado o Tratado de Paz dos Pirineus, encerrando a Guerra dos Trinta Anos. O exemplo destaca a importância da diplomacia, tão em falta nos dias de hoje, para a resolução de conflitos. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Poesia Ao enaltecer a poesia com uma linda crônica, o professor e escritor Jardel Pacheco fez uma homenagem à poetisa Maria José Aranha de Resende, que estaria aniversariando no dia 2, quando a crônica foi publicada. Zezinha, como era chamada, foi uma amiga que entrou na minha vida um pouco tarde, mas deixou suas poesias e prosas gravadas na memória. Saudades também da Pepita (Lydia Josephina de Azeredo Borges), que lembrava dessa data e nos reunia em frente ao busto da Zezinha na praia para levar rosas em memória dela. Em 2005, Pepita reuniu em sua casa Glorinha Veloso e seu afinado coral, com interpretação de versos musicados da Zezinha. Foi um gesto que perpetuou a grande vontade de Zezinha: de nunca esquecessem sua poesia. Como disse o professor na sua crônica, “a importância da poesia na literatura e nos dias atuais não pode ser subestimada”. Daisy Zamari Pereira - Santos Esgoto nas calçadas Andando pelas calçadas de Santos, temos observado uma frequência maior de vazamentos de esgoto. Um exemplo está na Rua Dona Anália Franco, em frente a um salão. A água escorre por um cano aberto em toda a calçada e temos que andar pela rua para não pisar ali. Vemos que muitas pessoas não percebem e passam pelo local com seus cachorros, que podem também ser contaminados. Imagino que isso ocorra devido ao surgimento de novos prédios, aumentando a utilização da rede de esgoto. Cristina Ferreira - Santos Resposta Sobre o questionamento feito por Josemilton de S. Silva a respeito da instalação de lombadas na Rua Iporanga, a Prefeitura de Guarujá informa que a Secretaria de Mobilidade Urbana realizará estudo técnico para verificar a possibilidade de intervenção no local. Secretaria de Comunicação Social de Guarujá