O leitor Sergio Cardoso falou sobre o Cemitério do Paquetá (Vanessa Rodrigues/Arquivo) Cidades para pessoas As pessoas que utilizam o espaço da cidade em grande número são cada vez mais maltratadas. Espaço limitado, obstáculos, ruído, poluição, risco de acidentes e condições geralmente vergonhosas são comuns. O rumo dos acontecimentos não só reduziu as oportunidades para o pedestre como forma de locomoção, mas também deixou sitiadas as funções cultural e social do espaço da cidade. Cuidar das pessoas é fator essencial para obtenção de cidades mais vivas, mais seguras, sustentáveis e saudáveis. No planejamento urbano atual, a prioridade é criar melhores condições para pedestres e para a vida urbana, dando menor prioridade ao tráfego de automóveis. A cidade sustentável é geralmente fortalecida se grande parte de seu sistema de transporte puder se dar por meio da “mobilidade verde”, ou seja, deslocar-se a pé, de bicicleta ou por transporte público. Sergio Fang - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Ultraje Um cantor de antiga banda de rock fez uma postagem nas redes sociais sugerindo que uma criança de 11 anos foi quem deu causa ao seu próprio estupro. O MP-SP agiu, ele pagará multa de R\$ 60 mil e publicará orientações de combate à pedofilia. A rigor, isso é um ultraje com as vítimas de abominável crime, ainda mais cometido contra crianças. Pois bem, em nova postagem, ele alega direito à liberdade de expressão e acusa, indevidamente, o governo de aplicar a multa. Para os “liberais da liberdade de expressão”, o dito cantor promove uma vaquinha para pagar sua multa. Se você está de acordo com as falas dele, vá lá. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Arroz As colocações de diversos missivistas em vários assuntos são de irrelevância cômica. Alguns defendem o condenado solto pelo STF na importação do arroz, algo tão rápido que parece ser fruto de uma jogada para alguém ganhar. Outro culpa Bolsonaro e Tarcísio pelos presídios de São Paulo, esquecendo que todos foram feitos pelos governos anteriores da parceria PSDB-PT, período em que nasceu o PCC. Um outro exalta que nada deve ser privatizado, talvez para que os gafanhotos tomem conta. Luiz Vinagre - Santos Cemitério do Paquetá Tenho car-solo nº 5 do jazigo 3 da família desde 1931, onde foram enterrados meus avós, meu tio e, por último, meus pais. Sempre vou visitar a campa e cuido dela. Acontece que já levaram as três floreiras e uma placa há alguns anos. No dia 27, tive grande decepção, tristeza e muita raiva, pois conseguiram levar a estátua de anjo do nosso Senhor Jesus Cristo de um metro e meio. O que mais me chateou é que a minha campa fica em frente à administração da unidade e nada acontece. Um total descaso com esse cemitério tradicional da cidade. Pediram para eu fazer um BO. Sergio Cardoso - Santos Vivendo e aprendendo Aprendi, ainda que atônito, que Bolsonaro não mencionou uma palavra sequer em solidariedade ao povo gaúcho porque estava internado com problemas decorrentes da facada. Mas a erisipela que o levou a ser internado não o impedia de falar, escrever ou até pedir a assessores o envio de consoladora mensagem aos nossos irmãos do Sul. Até porque, nesse mesmo período, ele postou mensagens de cunho político com críticas a seus adversários. Vivendo e aprendendo. Contra fatos, não há argumentos. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Resposta 1 Em resposta à carta publicada segunda-feira, a Prefeitura de Guarujá informa que os contratos de sinalização e programação semafórica estão em fase de renovação e, em breve, as ruas citadas entrarão na programação de serviços da nova Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob). Na terça-feira, uma equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Segurança Climática (Semam) realizou vistoria técnica na Avenida Guarujá e já iniciou o serviço de poda das respectivas árvores. Quanto à situação da Avenida Oswaldo Cruz, o nivelamento da via será ajustado nos próximos dias pela Secretaria Municipal de Operações Urbanas (Seurb). Secretaria de Comunicação Social de Guarujá Resposta 2 Em resposta ao leitor César Tavares da Cunha, em mensagem publicada na Tribuna do Leitor no último dia 25, informo que, em toda minha carreira legislativa estive no exercício intenso da fiscalização do Poder Executivo e das condições de Santos como um todo. Desde que ingressei, oficiei à Prefeitura quanto à imóveis no entorno que poderiam ter serventia social, no sentido de habitação popular ou comercial, quanto a reurbanização e reforma de praças e outros próprios aptos a terem utilização educacional, cultural ou desportiva, bem como destinei emendas parlamentares a projetos que atuam na região. Isto posso dizer da minha legislatura e tenho certeza que, como eu, outros tiveram posturas similares no sentido do progresso do bairro. Paulo Miyasiro - Vereador em Santos