(Alexsander Ferraz/AT) Respeito e civilidade Respeito e civilidade são fundamentais à democracia, pois promovem um ambiente com liberdade de expressão, sem incitar a violência. Infelizmente, no contexto político global, parece que a agressividade substituiu o diálogo construtivo. Isso dificulta a construção de consensos e soluções eficazes para os problemas dos países. A falta de decoro parlamentar é evidente, como demonstrado pelos desentendimentos públicos e cenas lamentáveis. Isso levou à reativação da comissão de ética para tentar conter esses comportamentos. Os conflitos políticos não apenas prejudicam o ambiente legislativo, mas também influenciam negativamente a sociedade, potencialmente incitando mais violência e divisão. O respeito mútuo, a civilidade e o diálogo são essenciais para superar os desafios no mundo político. Sem esses elementos, é difícil alcançar consensos que beneficiem a sociedade. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Lula, o profeta Lula, o profeta da vergonha, diz que se o cara for corintiano, até bater na mulher pode. Esse é o democrata que fala em união e em acabar com os bolsonaristas. A Janja está bem de assessoria. E ele ainda disse que quer mais um mandato... Zureia Baruch Jr - São Paulo Parque Valongo O artigo de Maxwell Rodrigues publicado por A Tribuna na quarta-feira, com o título “Que o Parque Vá longe”, merece elogio por abordar perfeitamente como as autoridades tratam a relação Porto-Cidade em Santos e espelhar a ânsia dos nossos políticos em fazerem obras para serem inauguradas em período próximo das eleições. Por que o Parque Valongo foi entregue sem a devida infraestrutura de acesso? O elevador de acesso vive quebrado e o estacionamento para veículos é distante e inseguro. Não dá para comparar o Parque Valongo com Puerto Madero (Buenos Aires) e Estação das Docas (Belém), complexos com fácil acesso e dotados de áreas de estacionamento, lojas, restaurantes etc. A ideia de trazer o terminal de cruzeiros às proximidades também precisa ser analisada, devido à profundidade local ser de 6 metros e os navios transatlânticos terem de 12 a 15 metros de calado. Espero que esse equipamento sobreviva às eleições e que o “Parque Vá longe”! João Domingos Neto - Santos Boas notícias É digno de elogios o editorial de A Tribuna intitulado “União contra ações bilionárias”, na edição de quarta-feira, por esclarecer o fatos referentes à judicialização de temas que envolvem a União. Os repórteres Anderson Firmino e Bárbara Marques também levaram aos leitores importantes informações sobre, respectivamente, a mudança de comportamento do público nas feiras livres durante o inverno e a limpeza das calçadas sem material tóxico que prejudica humanos e animais domésticos. No mesmo dia, o jornal trouxe novidades sobre o Parque Palafitas, em reportagem de Victor Barreto, um projeto que irá auxiliar as famílias de baixa renda com moradias populares. Parabéns a todos. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Agradecimento No último domingo, fui ao Hospital dos Estivadores para uma colonoscopia. Hoje, posso dizer que todos os funcionários de lá merecem parabéns e notas 10. Não só eu tive um ótimo atendimento, como a minha esposa, enquanto acompanhante, foi bem tratada. Não vou me alongar nos elogios para não me perder, mas um atendimento primoroso como esse merece ser registrado. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Sou assassino Faço minhas as palavras do leitor João Horácio Caramez sobre carta publicada neste espaço com ofensas a todos que votaram no ex-presidente Jair Bolsonaro. Por isso, deixo uma dica a ele e a outros. Há tempos, adotei a seguinte prática: ao ler a coluna Tribuna do Leitor, observo primeiramente o nome do autor. Dependendo de quem escreveu, nem leio o resto. Oremos... Antonio Carlos de Moura - Santos Vive la France Liberté, égalité, fraternité (liberdade, igualdade, fraternidade): esse foi o lema assentado na Constituição Francesa, que muito orgulha o povo francês até hoje. Ele simboliza os princípios fundamentais da Revolução Francesa: liberdade individual, igualdade de direitos e solidariedade entre as pessoas. Durante a ocupação alemã nazista na França, diga-se, em generosa colaboração, durante a Segunda Guerra Mundial, o lema foi substituído pela máxima travail, famille, patrie (trabalho, família, pátria). Acho que o leitor já ouviu algo parecido em terras brasileiras... Marcus Aurelio de Carvalho - Santos