(Alexsander Ferraz/AT) Neymar Minhas congratulações pelo texto cirúrgico do sr. Guilherme Rodrigues Simões, publicado quarta-feira. Contrariamente aos amantes do (bom) futebol, alguns profissionais de imprensa ainda não se conformaram com o retorno de Neymar ao Santos Futebol Clube. Aliás, há muito sabemos que o Peixe, por si só, é indigesto para certos ‘arautos’ da comunicação esportiva. Interessante é que, a despeito desse sentimento tacanho, principalmente causado pelo efeito Neymar, a imagem estampada em uma página de A Tribuna nesta semana seja emblemática: dezenas de crianças cercando o craque e este, por sua vez, esbanjando uma alegria espontânea em seu semblante. Eu fico com a pureza da resposta das crianças, parafraseando o saudoso Gonzaguinha. Marcel Stivaletti - Santos Educação Eu não deveria, mas estou surpreso com o Grupo de Proteção da Família e da Cidadania manifestar apoio à recuperação da Escola Dona Escolástica Rosa de acordo com o testamento de João Octávio dos Santos. O grupo citou o apoio de “nossos deputados” para que o local volte a beneficiar aqueles que necessitam de “formação adequada”. As aspas servem para lembrar que um dos deputados defendeu a instalação de um colégio militar no espaço. Para quê? Barro Branco, Aman e similares não são suficientes? José Guido Fré - Santos Conhecimento Talvez as pessoas que compõe o quadro jornalístico nacional não saibam, mas existe uma instituição chamada de casa do povo, vulgarmente (por causa de quem lá está no momento) conhecida como Congresso Nacional, onde as pessoas são pagas por todos nós para criarem leis que beneficiem a sociedade como um todo, mas não o fazem. Sendo assim, os jornalistas podem e devem cobrar leis mais duras desses congressistas contra atos ilegais dos criminosos. Se não houver cobrança, listo três possibilidades: omissão, medo ou mordaça. Pedro dos Santos Neto - Santos Política Excelente texto do missivista Arnaldo Luiz Corrêa, publicado na segunda-feira. A realidade é uma só: o brasileiro, quando se trata de política, é medíocre nos seus posicionamentos. Uma sociedade que carece de cidadania, educação e cultura não vai ter consciência política. A grande massa, no alto da sua mediocridade, adota um político populista de estimação para chamar de seu. O nosso passado, desde os tempos do Brasil Colônia, atesta meu ponto de vista. Estamos numa época de estupidez normalizada em larga escala. Não só no Brasil, as pessoas perderam a noção e diante de tanta mediocridade demonizam a mídia com seu ódio devastador, ao ponto de afirmar que temos uma imprensa esquerdista. E com isso continuamos patinando no atraso. Silvio Rodrigues - Santos Ligação seca Completei nesta semana 75 anos de idade e 72 anos de Itapema, ou Vicente de Carvalho, como o distrito de Guarujá se tornou conhecido. Desde os 6 anos, vejo e ouço os políticos falarem que agora sairá do papel a ligação seca Santos-Guarujá. Eu já vi maquetes, vi de tudo, mas acho que nem mesmo com um presidente da República que já morou no Distrito de Vicente de Carvalho essa obra acontecerá. Com a minha idade, estou perdendo as esperanças de fazer essa travessia um dia. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Respeito Respeitar o ponto de vista do semelhante é regra da boa convivência. Os conceitos resultantes de estudos e pesquisas, tudo que é expresso através da palavra escrita ou falada, deve ser lido e ouvido com discernimento. Cada um tem o direito de pensar e agir como bem entende. Ninguém deve interferir, porque o ser humano é responsável por seus atos. Todavia, quando pede orientação, aí sim, é dever aconselhar com sinceridade. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania