<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.505811" attr-version="policy:1.505811:1773785786" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.505811/140326 Prof Besnard19.JPG?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Alexsander Ferraz/AT)</span></p> <p data-end="17" data-start="0"><strong data-end="15" data-start="0">Feminicídio</strong></p> <p data-end="861" data-start="19">Infelizmente, os casos de feminicídio estão aumentando. Muitos homens acham que são os ‘donos’ da esposa ou namorada e não aceitam a separação. Aí, a ignorância se alia à violência e eles cometem verdadeiras barbaridades contra o sexo feminino. O caso do tenente-coronel acusado de matar a companheira, também policial, é um dos mais escabrosos da história deste Estado. Como um cidadão que tem a obrigação de proteger a sociedade cometeria um ato absurdo desse? Haverá o processo para apuração dos detalhes desse crime, mas os sinais estão cada vez mais evidentes de que se trata de mais um caso em que o marido não aceitou a saída da mulher de sua convivência. Para esse tipo de delito, visando coibir a brutalidade, só mesmo com a pena de morte ou perpétua. Aliás, se fosse nos EUA, este seria o resultado normal, mas aqui é outro mundo.</p> <p data-end="902" data-start="863"><em data-end="900" data-start="863">Lázaro Biazzus Rodrigues - Mongaguá</em></p> <p data-end="923" data-start="904"><strong data-end="921" data-start="904">Agradecimento</strong></p> <p data-end="1420" data-start="925">O último dia 18 se tornou especial e vai ficar na mente dos moradores da Rua Iporanga, no Distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá. Logo pela manhã, chegaram alguns homens na via com os equipamentos para a implantação de algo que os moradores pediam há muito tempo: uma lombada. Eu cheguei a conversar com dois prefeitos a respeito. Agora, esperamos para breve a pintura dela, deixando o serviço perfeito. Nossos agradecimentos ao pessoal da Secretaria de Infraestrutura e Obras de Guarujá.</p> <p data-end="1460" data-start="1422"><em data-end="1458" data-start="1422">Josemilton de S. e Silva - Guarujá</em></p> <p data-end="1473" data-start="1462"><strong data-end="1471" data-start="1462">Navio</strong></p> <p data-end="2079" data-start="1475">Aconteceu recentemente, de forma lamentável, o adernamento do histórico navio oceanográfico Professor W. Besnard, que estava na área do Parque Valongo e se constituía em atração aos visitantes. O importante agora é não permitir o seu desmanche, preservando a história. Seria aconselhável que o primeiro navio brasileiro a visitar a Antártida fosse restaurado e colocado no Valongo, mas em terra firme, em exposição permanente a todos os visitantes do parque. Um guindaste potente e flutuante, muito utilizado em cargas pesadas, pode transportá-lo para terra numa base de concreto previamente instalada.</p> <p data-end="2107" data-start="2081"><em data-end="2105" data-start="2081">Gilberto Ruas - Santos</em></p> <p data-end="2130" data-start="2109"><strong data-end="2128" data-start="2109">Desproporcional</strong></p> <p data-end="2913" data-start="2132">Nos marketplaces, o risco parece distribuído de forma desigual – quase sempre em desfavor do consumidor. A plataforma intermedeia e lucra com taxas; bancos operam pagamentos; administradoras recebem comissões. Quando tudo funciona, todos ganham. Quando há fraude, o prejuízo recai, em regra, sobre quem comprou. Ao consumidor restam frustração, impacto financeiro, desgaste emocional e, muitas vezes, custos jurídicos que nem sempre compensam. O cancelamento de uma cobrança vira ‘solução’, mas raramente repara o tempo perdido e a insegurança gerada. Se a cadeia econômica é organizada para compartilhar lucros, por que o risco não é igualmente compartilhado? Enquanto essa assimetria persistir, a sensação será de que, no fim, alguém sempre lucra — e não é quem sofreu o golpe.</p> <p data-end="2941" data-start="2915"><em data-end="2939" data-start="2915">Ricardo Murça - Santos</em></p> <p data-end="2958" data-start="2943"><strong data-end="2956" data-start="2943">Topa Tudo</strong></p> <p data-end="3719" data-start="2960">Programa famoso de Silvio Santos, o Topa Tudo por Dinheiro fazia a festa da plateia, que se engalfinhava para pegar as cédulas jogadas ao ar. Isso me veio à lembrança em razão da aprovação, pelo Congresso, de três projetos com aumentos salariais para servidores de menor escalão do Judiciário e MP, além da criação de novos cargos e equalização das discrepâncias entre funcionários da Defensoria, Justiça Federal e MP. A justificativa, por mais descabida, indica: valorização das carreiras, assegurar condições dignas de trabalho e eficiência institucional. O Congresso, suscetível às pressões, não se preocupa com o impacto orçamentário. Fica claro que o lobby dos penduricalhos mantém regalias sem enfrentar resistências. Afinal, o povo paga sem reclamar.</p> <p data-end="3760" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3721"><em data-end="3760" data-is-last-node="" data-start="3721">Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos</em></p>