(Vanessa Rodrigues/AT) Acácio e tantos mais Acácio. Colégio Docas. Complexo Anália Franco e Dino Bueno. Escolástica Rosa. Hotel Avenida Palace. Casarão do Detran. Casarão do Centro de Estudantes de Santos. Esses são alguns exemplos de patrimônio se deteriorando sob nossos olhos e nossa inércia. Cada um tem proprietários e especificidades diferentes, mas todos são elementos constituintes da paisagem e história de nossa cidade. Logo, a sociedade precisa se mexer. Prefeitura, Câmara, Ministério Público, cadê? Que tal constituir um grupo de trabalho interdisciplinar, convocar universidades, entidades diversas e empresas para recuperar e dar destinação social, educacional, cultural a essas instalações? Wagner de Alcântara Aragão - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Cobrança Ocupo este democrático espaço para me desculpar diante do Grupo de Proteção à Família e da Cidadania, pois escrevi que ele “cobra soluções das autoridades” sobre a situação do túnel do VLT. Na verdade o grupo “volta a solicitar” a presença da Guarda Municipal no local. Sendo assim, sugiro os congressistas sejam solicitados quanto à adoção de leis mais duras contra atos criminosos de vandalismo. Somos todos vítimas dessa turba e dos congressistas omissos. Pedro dos Santos Neto - Santos Área Continental Quero cumprimentar A Tribuna pelo editorial de 10 de junho e dizer da importância do desenvolvimento da Área Continental de Santos, um local estratégico para a Baixada Santista. Estive em audiência pública realizada em 17 de abril para debater o quase centenário projeto do túnel Santos-Guarujá e me manifestei sobre o traçado do túnel, o qual reputo equivocado. Na minha opinião, o túnel Santos-Guarujá deve ser feito do Centro de Santos à Área Continental, possibilitando a instalação de indústrias limpas naquele local, bem como a urbanização residencial. Grande parte da Mata Atlântica continuaria sendo preservada. Além disso, ajudaria na melhoria do Centro, seria próximo do semáforo da entrada/saída do Guarujá (cerca de 15 minutos), é uma região próxima das nove cidades pela estrada e não haveria desapropriações no Macuco. Rodan Mello - Santos Política O nosso Congresso, mais uma vez, tem se comportado ora como um botequim de quinta categoria, ora como uma sala de aula de pré-adolescentes com comportamentos dignos de personagens da Escolinha do Professor Raimundo. A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) acionará o Ministério Público Federal (MPF) porque alega ter sido chamada de feia por outra parlamentar. Pois é, senhoras e senhores. Trata-se da estrutura estatal sendo acionada para ter de intervir em caso de imaturidade comportamental, onde o mais novo ali tem 21 anos, idade mínima para ser deputado federal atualmente. E contando que muitos ali não largam o osso e estão, no mínimo, em seu segundo ou terceiro mandato, na média a idade fica entre 35 e 40 anos. Pagamos o Parlamento mais caro do planeta para vermos coisas como estas acontecendo. Parece que os problemas do País estão todos muito bem resolvidos. Triste, mas é a nossa realidade. Anderson Roberto da Silva Barros - Santos CPI As duas Guerras Mundiais provocam massacres, mas no Brasil o massacre dos planos de saúde provoca desespero. Apesar do acordo verbal fechado com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), os cancelamentos de planos de milhares de pessoas não foram revertidos. Até mesmo associados com idade centenária ficaram nas trevas, sem atendimento ou compaixão. Se até decisões judiciais são escamoteadas para não serem cumpridas, o que se pode esperar desse acordo? Dizem que as operadoras fecharam o ano anterior com prejuízo operacional de mais de R\$ 4 bilhões. Alguém comprovou esses números? Que se instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos planos. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Privatizações Há coisas no mundo político que às vezes dão vontade de rir para não chorar. Por que a casta de desocupados, em vez de analisar leis que melhorem a qualidade de vida no nosso País, fica querendo privatizar tudo que vê pela frente? Agora já andam falando em privatizar as praias. Se isso ocorrer, veremos um monte de vereadores, prefeitos, deputados, senadores, governadores e afins com praias particulares em todo o litoral. Se o povo de baixa renda quiser tomar um banho de mar no final de semana, terá que pagar pedágio aos donos daquela praia? A palavra privatização sai da boca do capitalista muito fácil. Às vezes, até incentivada pelos que nada possuem. Trabalhei na Cosipa, onde até os anos 80 se dizia que a empresa dava lucro. Depois, o discurso mudou e passaram a falar que só havia prejuízo, sendo privatizada nos anos 90. Josemilton de S. e Silva - Guarujá