(Reprodução) Desabafo Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu que os partidos políticos podem utilizar os recursos do Fundo Partidário para comprar imóveis alienados em leilões. A possibilidade está prevista no Artigo 44 da Lei Federal 9.096/95, votada pelos digníssimos parlamentares, como uma assistência financeira aos partidos políticos. É constituída por dotações orçamentárias da União, entre outros recursos financeiros. Objetivamente, é o nosso dinheiro que está em jogo, em um “cassino” onde apenas as legendas partidárias são ganhadoras. Mas o ministro relator ressalvou que o valor arrematado no leilão não pode ultrapassar o valor de mercado da avaliação. Mas era só o que nos faltava. Esclareça-se que a referida lei veio para assegurar, no interesse do regime democrático, a autenticidade do sistema representativo. Permitam-me um desabafo: é uma tremenda cara de pau. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Santos Film Fest (1) Foi a minha primeira vez participando do Santos Film Fest, tanto como voluntária quanto como público. Eu me mudei para Santos há pouco tempo e não conhecia o evento. Agora, sou completamente apaixonada! A proposta é muito importante e é um privilégio fazer parte. Como aluna de Cinema e Audiovisual da UniSantos, tive a chance de ser voluntária e foi uma experiência incrível. Quero muito continuar fazendo parte desta organização nos próximos anos! Raphaella Santoro - Santos Santos Film Fest (2) A parceria da UniSantos com o Santos Film Fest é sensacional e motiva os alunos de Comunicação. Como estudante de Cinema e Audiovisual, estar na equipe de produção do festival me aproxima de diversas pessoas influentes no cinema, como Carol Castro, Júlia e Sérgio Rezende, Bete Mendes e outros. Além disso, André Azenha, diretor do festival e meu professor, está sempre ensinando e nos apoiando, me deixando extremamente motivado por trabalhar com essa equipe espetacular. Matheus Bueno Silva - Praia Grande Mentes capturadas Li com bastante atenção a crônica do sr. Arnaldo Pazetti, coronel da reserva da PM, e concordo em parte com suas colocações. Vimos todos, há bem pouco tempo, não com a eloquência verbal, mas com a espuma do ódio lhe escorrer pelos lados da boca, alguém com traços muito semelhantes, conseguindo convencer meia dúzia a tentar colocar em prática suas ideias. Os exemplos de “humanos” citados pelo sr. Pazetti ainda estão na memória das mentes não capturadas. Todos os facínoras citados tinham horror ao conhecimento, trocavam livros por armas. Fossem outros tempos, certamente um metralharia seus opositores políticos, pois demonstrações de vontade sobejaram. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Bacia do Macuco Lemos com alegria notícia recente em A Tribuna sobre a reforma da Bacia do Macuco. Entretanto, são necessários dois alertas. Primeiro: não basta reformar, é preciso tornar o local atrativo, quem sabe recebendo, por exemplo, feirinhas, atividades de lazer (para as crianças do bairro) e a bacia se tornando ponto de atracação de catraias, como a do Mercado, oferecendo mais opção de transporte entre Santos e Vicente de Carvalho. Segundo: junto com a reforma, é necessário um plano de zeladoria, limpeza e asseio. O que mais vemos são grandes obras entregues e, depois, largadas, sem conservação periódica. Fica sugestão à Câmara de Vereadores: elaborar projeto de lei que obrigue cada grande obra vir acompanhada de um plano de manutenção regular. Wagner de Alcântara Aragão - Santos Pé de Meia O projeto Pé de Meia, do Governo Lula, tem como objetivo principal incentivar jovens de famílias pobres a permanecerem na escola até concluírem seus estudos. Isso é feito através de políticas e programas que oferecem incentivos financeiros, bolsas de estudo, apoio pedagógico, entre outros recursos. O objetivo é que esses jovens tenham acesso à educação formal, que é crucial para sua formação acadêmica, desenvolvimento pessoal e melhores oportunidades no futuro. A proposta da extrema direita de liberar o trabalho infantil é contrária aos direitos e à proteção das crianças e jovens. Permitir o trabalho infantil pode levar à exploração desses jovens, privando-os de uma educação adequada e expondo-os a condições de trabalho muitas vezes perigosas e desumanas. Além disso, o trabalho infantil frequentemente resulta em uma mão de obra barata e desqualificada, perpetuando um ciclo de pobreza e desigualdade social. Enquanto o Pé de Meia busca empoderar os jovens pela educação, a proposta de liberar o trabalho infantil visa, na prática, perpetuar a desigualdade social ao privar os jovens de educação e expô-los a condições precárias de trabalho desde cedo. Gilberto Pereira Tiriba - Santos