(Reprodução) Poder das palavras Pequenos deslizes podem levar a grandes mal entendidos. A brincadeira do telefone sem fio é um exemplo divertido disso. Uma pessoa cochicha no ouvido da outra, que repassa a mensagem e assim sucessivamente até o último participante que, claro, vai interpretar tudo diferente. Mas na vida real, as consequências de uma comunicação inadequada podem ser mais sérias. Portanto, é importante ser claro, direto e, sempre que possível, verificar se a mensagem foi compreendida corretamente. Comunicar-se de forma eficaz é fundamental para evitar conflitos e garantir um entendimento mútuo. Como disse Fernando Pessoa, a palavra tem poder e precisamos usá-la com responsabilidade e cuidado. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Cantar os hinos Todas as vezes que vejo brasileiros subindo ao pódio e recebendo medalhas de ouro, com o Hino Nacional sendo tocado, fico pensando: por que nos dias de hoje os colégios não ensinam mais a introdução do Hino? Se vocês soubessem o quanto os alunos se sentiam felizes ao cantar essa introdução e o Hino em si... Hoje, quando os atletas se perfilam para ouvir a música, minha mente já se prepara para cantar: “Espera o Brasil que todos cumprais com o vosso dever. Eia, avante, brasileiros, sempre avante”. No Colégio Walter Schepis, eu era o escolhido para hastear a Bandeira do Brasil por tirar as melhores notas e sempre cantava em voz alta, desde a introdução até a segunda parte. Em épocas festivas, cantávamos também o Hino à Bandeira e outros. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Combate às fraudes Entidades do setor de combustíveis lançaram movimento em agosto contra fraudes, monitorando as iniciativas ilegais e pressionando o Congresso Nacional a aprovar projetos para combater a sonegação e a adulteração. Segundo Emerson Kapaz, presidente do Instituto Combustível Legal, o prejuízo para os cofres do governo está em cerca de R\$ 30 bilhões anuais, com um mercado irregular de 13 bilhões de litros em todo Brasil. São números assustadores, que obrigam as autoridades da área a tomar imediatas providencias. Já são importantes passos a ANP ter revogado a autorização da Aster Petróleo para operar como distribuidora de combustíveis líquidos e a Copage ser investigada pelo Ministério Público. Mas, falta muito ainda e precisamos avançar celeremente contra o mercado ilegal de distribuição e venda de combustíveis. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Justiça Ratifico, por inteiro, o inconformismo dos missivistas Evando Duarte, com criticas ao sr. Alexandre de Moraes, o todo poderoso do STF, e sr. Antonio Carlos de Moura, que comentou neste espaço sobre a absolvição de um preso que portava 23,4 kg de cocaína. Reforço também meu inconformismo com nossa “Justiça”, lembrando que o sr. ministro Sebastião dos Reis Júnior, do STJ, também devido a uma abordagem ilegal, determinou a soltura de um preso com 2 kg de droga. E vamos que vamos, pois, ao que tudo indica, é para trás que se anda. Feliciano Rodrigues Frazão – Santos Campanha política Eu entendo que, na campanha televisiva, o candidato deve expor suas obras e qualidades (se as tiver!), sem tentar desqualificar seus opositores. Esse tipo de coisa demonstra falta de confiança, fraqueza e incerteza. O que tiver que ser, será! João Horácio Caramez - Santos Lutar Quero sair desse país. Ir embora, dar o fora desse ninho de corruptos e ditadores. Abandonar o lugar aonde opinião e crítica significam pena de detenção. Onde o crime se mistura com os Poderes em todos os níveis. Onde o patriotismo dá “vergonha” aos jovens e nossa língua formal cada vez mais se corrompe. Nossos filhos não têm valores referenciais e o nosso país continente não conhece nem reverencia seus heróis e valores. Quero abandonar esse barco naufragando, mas logo lembro que meus ancestrais morreram construindo essa Pátria. Meu pai, um ex-combatente, bandeirantes que a desbravaram, indígenas, negros, italianos, portugueses, espanhóis... Todos deram a esse país uma face própria, única e linda e por isso vou lutar até sangrar. Quem não gosta do que escrevo vai ter que me engolir. Evandro Duarte - Santos Zona Azul O Jornal A Tribuna anunciou em recente reportagem uma nova forma de pagamento do estacionamento regulamentado em Santos: pelo WhatsApp. O cidadão se dirige a um ponto de vendas da tarifa (que não sabe onde é), aponta o celular para o QR Code pendurado no local e começa a atender uma série de perguntas feitas pelo aplicativo. Não é mais fácil simplesmente pagar ao revendedor? Por que não voltam para o cartão de débito previamente cadastrado, como no Uber? A empresa não quer pagar as taxas bancárias? Silvio de Barros Pinheiro - Santos