(Alberto Marques/Arquivo/AT) Eleição (1) Estamos a menos de uma semana das eleições municipais e temos a pior campanha de todos os tempos. É impressionante no que se transformaram as nossas campanhas eleitorais no Brasil. Não há qualidade na escolha dos candidatos por parte dos partidos políticos, que se contentam apenas com a nababesca soma do fundo eleitoral. Não há debates de ideias, projetos e soluções aos muitos problemas das cidades. Sobram agressões verbais, físicas, palavras ofensivas e muito ódio sendo disseminado ao longo do período eleitoral. Candidatos a vereadores prometem fazer aquilo que é competência do Poder Executivo. Prefeitos prometendo fazer coisas que todos sabem ser impossíveis. Raros prometem corrupção zero. Rafael Moia Filho - Bauru (SP) Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Eleição (2) No domingo, nossa responsabilidade e nosso compromisso com a cidadania nos levarão a escolher nossos prefeitos e vereadores. Vale sempre lembrar Platão: “A desgraça dos que não gostam de política é que são governados pelos que gostam”. Portanto, não vamos deixar a apatia e descrença nos abaterem. Nós não vivemos isolados, o individualismo é uma grande pobreza de espírito. Faça valer sua vontade, sempre pensando no coletivo, seja o passarinho levando água no seu bico, apagando o incêndio na floresta. Saia da zona de conforto para não reclamar futuramente o seu desconforto. Domingo, todos rumo às urnas. J. A. Nogueira de Sá - Santos Eleição (3) Estamos em época de eleições municipais. O ciclo de aparição dos políticos durante as campanhas e seu desaparecimento após as eleições infelizmente é um problema comum em muitos lugares. Para lidar com isso e garantir que os representantes eleitos se mantenham engajados e responsáveis ao longo do mandato, é importante verificar se essas informações estão disponíveis e acompanhá-las. Comparecer a reuniões da Câmara e eventos comunitários aumenta a pressão sobre os políticos para que se mantenham ativos e acessíveis. Alguns, quando eleitos, se afastam das áreas onde foram vistos durante a campanha e voltam a aparecer apenas durante o período eleitoral seguinte. Salve-se quem puder. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Eleição (4) Está se aproximando o maior processo eleitoral do País, com 5.570 municípios que elegerão seus representantes para a prefeitura e Câmaras municipais. Esse evento democrático às vezes não tem a importância que merece, pois muitos eleitores votam sem o mínimo de comprometimento e responsabilidade com sua cidade. Não sabem que as ações do prefeito refletem diretamente na saúde, na educação, no social e em outras pastas importantes. O vereador é aquele responsável pela fiscalização ao Executivo e o porta-voz nas reivindicações diárias. Eles propõem, votam e aprovam leis que interferem diretamente em sua vida. Lembremos da importância do voto, pois os candidatos deste pleito são os políticos mais próximos do eleitor. Uma má escolha vai deixá-lo órfão de representante e será necessário esperar quatro anos para corrigir um erro que pode custar muito caro. Paulo Lacerda - São Vicente Canais (1) Diante de tantas opiniões sobre como tornar os canais de Santos ainda melhores e também perceber que muitas pessoas simplesmente se recusam a evoluir em suas ideias, destaco que é necessário aproveitar trechos dos canais com estruturas similares aos pontilhões, mas com policlínicas, pracinhas, quadras esportivas e creches sobre elas. Isso reduziria os aluguéis pagos pela Prefeitura para instalar tais equipamentos nos bairros. Por que não aumentar o número de pontilhões, para que mais ruas sirvam de alternativa e os retornos não precisem ser feitos por looping de quadra? Sugiro ainda parcerias com as universidades para criação de equipamentos de limpeza específicos para nossos canais, melhorando a qualidade da água que chega ao mar. Os canais precisam ser atualizados e não destruídos. Rubem Silva - Santos Canais (2) Muito se tem discutido nesse espaço sobre a viabilidade ou não da cobertura parcial dos canais de Santos, com opiniões favoráveis e contrárias à ideia. Penso que é possível um meio termo nessa proposta, respeitando-se a função original dos canais, que é a drenagem das águas pluviais. Saturnino de Brito os projetou no início do século passado e eles são fundamentais até hoje, mas precisamos levar em conta que as condições da cidade são completamente diferentes da época. Se fossem criados hoje, teriam compatibilizado as questões de mobilidade urbana com o saneamento básico. Portanto, penso que seja viável a ideia da cobertura parcial dos canais, mas precedida de estudos técnicos que analisem tal viabilidade, e a necessária compatibilidade com a manutenção, limpeza e desassoreamento desses canais. É preciso “despolitizar” essa questão. Augusto Luiz Oliveira da Costa - Santos