(Luigi Bongiovanni/ArquivoAT) Monitoramento O título da reportagem é “Fazenda vai monitorar CPFs contra febre de bets”. A ideia é preservar a saúde mental dos apostadores. Mas a saúde mental dos apostadores é mais importante do que a saúde mental dos dependentes de álcool, por exemplo? Por que o Ministério da Saúde não utiliza a mesma técnica para monitorar quem está bebendo acima do razoável sem ter o comprometimento da saúde mental? Pedro dos Santos Neto - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! ONU (1) Lula, “grande estadista”, provou ser um mero “falador” e na ONU disse só o que lhe interessava pessoalmente. Sobre Venezuela e o sofrimento do povo daquele país? Nada. Enquanto isso, a tese de “cada nação com seus problemas” cai por terra no caso de Israel, com vários pitacos dele em relação ao conflito com o Hamas. De novo e sempre: Lula, por que não “te callas”? Marieta Barugo - São Paulo ONU (2) Como sempre, toda vez que o presidente Lula dircursa na ONU, todos o aplaudem e outros democratas que discursam após ele o acompanham nos mesmos temas. Foi o que ocorreu quando criticou a guerra entre Israel e Hamas, chamando o confronto de “genocídio” e ressaltado que isso deve parar. Algo bem diferente do primeiro-ministro israelense, que antes de falar viu várias delegações de países contrários a ele se retirarem, numa clara insatisfação com essa guerra que acaba com o povo palestino e mata milhares de inocentes. Mesmo assim, parece que Israel não vai parar. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente ONU (3) Que “maravilha” a presença do meu querido Brasil no primeiro discurso da Assembleia-Geral da ONU, olvidado pela maioria dos países e com tantos problemas a serem resolvidos aqui dentro, como a barbaridade imposta pela violência e seus 40 mil assassinatos em um ano, além de fome, queimadas, insegurança jurídica e muito mais em nosso quintal. Lula virou um anão da diplomacia, defenestrando alguns países (Ucrânia e Israel) e fazendo parte da lista de delegações que abandonaram a Assembleia quando o premiê israelense iria discursar. Parodiando, “nunca antes na história deste país” houve um discurso tão pífio como o da semana passada. Luiz Vinagre - Santos Cultura pulsante Apesar das atenções obviamente voltadas às eleições, incrível como a cultura santista pulsa feito um organismo vivo, independente da época. Sandra Sá lotou o Instituto Arte no Dique no melhor festival de música da região, o Som das Palafitas, de papel social fundamental. Tivemos o festival Transformar com diversas atrações no Centro. O Instituto Cinezen segue nos entregando diversas sessões do Cine Comunidade, projeto pioneiro de cinema itinerante da cidade, o Culturalmente Santista foi maravilhoso na UniSantos e o Batman Day, divertido como sempre. O Concha Rock, do Guilherme Zeinum, nos traz shows regados à nostalgia. A ONG TamTam apresentará um espetáculo grandioso. Sem falar do Sesc e Mirada, Festa, Pinacoteca etc. São iniciativas que merecem palmas, transformam vidas, são bem organizadas e merecem todo o apoio. Juliana Dias Andrade - Santos Lombadas Quero “gritar” por meio desse texto na esperança de que um pedido meu e dos demais moradores da Rua Iporanga chegue à Secretaria de Urbanização e Obras de Guarujá. Será que é possível a instalação de lombadas nas proximidades? Espero que os políticos da cidade façam a lição de casa, principalmente os candidatos ao Legislativo, e se lembrem das reivindicações da população. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Votos para vereador Fala-se tanto em democracia em nosso país, mas essa realidade é completamente anulada nas eleições para vereador. Ninguém vota no partido político e sim na pessoa. Logo, um voto dado a um candidato não tem nada a ver com qualquer outro. Quando um candidato é bem votado, os seus colegas podem tirar benefício disso. Portanto, é preciso acabar com o coeficiente eleitoral, valendo o voto direto. Também deveriam acabar com a necessidade de registro em partido político. Qualquer um poderia fazer seu próprio registro na Justiça Eleitoral e as vagas seriam preenchidas por ordem de votação. No mesmo sentido, os suplentes, independentemente de partido. Se a vontade do povo vale, que sejam eleitos os mais votados. Lázaro Biazzus Rodrigues - Mongaguá Farsa democrática A grande farsa da “democracia” norte-americana, festejada pelos ignorantes, nada mais é do que um páreo disputado por apenas dois cavalos: um democrata e um republicano. As grandes corporações e o povinho crédulo apostam nos dois e não importa qual deles vencerá, porque qualquer dos dois garantirá os interesses das forças ocultas e terríveis. Silvio de Barros Pinheiro - Santos