(iStock) As medalhas brasileiras Paris testemunhou um espetáculo único, e nossos atletas, especialmente as mulheres, brilharam como nunca. Três ouros enfeitaram o peito das nossas meninas e cada uma dessas conquistas veio acompanhada de uma história de superação, de luta e de um orgulho que transcende as críticas. É preciso celebrar. Mas, em meio a essas medalhas douradas, outras 17 de prata e de bronze somaram-se ao feito, elevando o Brasil a uma posição de destaque. Mesmo assim, muitas vozes por aí preferiram criticar. É fácil falar de fora, sentado no sofá. É difícil ser atleta no Brasil. Faltam incentivos, recursos, escolas e professores de nível internacional. Mas não faltam garra, determinação e talento. E foi isso que nossos atletas mostraram ao mundo em Paris. Não é só sobre as medalhas. É sobre o que elas representam. Cada pódio conquistado é uma vitória contra as probabilidades. Que tenhamos orgulho do que nossos atletas fizeram e que isso nos inspire a fazer ainda mais por eles no futuro. Gregório José - Uberlândia (MG) Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Racismo O racismo não apenas prejudica a vida das vítimas, mas também tem efeitos profundos e duradouros na saúde mental e no bem-estar geral. A experiência constante de discriminação pode levar a processos de autorrejeição, nos quais indivíduos internalizam as mensagens negativas que recebem e passam a duvidar de seu próprio valor e seu potencial. É importante que testemunhas de atos de racismo se manifestem e ajam para interromper comportamentos discriminatórios. Denunciar esses atos, seja no ambiente escolar, no trabalho ou em espaços públicos, ajuda a criar uma cultura de responsabilização. Oferecer apoio emocional e prático para aqueles que foram vítimas de racismo é fundamental. Isso pode incluir escutar, validar suas experiências e oferecer recursos para apoio psicológico e jurídico. Engajar-se ativamente em promover a igualdade e ser um aliado envolve educar-se sobre questões raciais, questionar e desafiar suas próprias crenças preconceituosas, e apoiar organizações e iniciativas que trabalham para a justiça racial. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Leis e órgãos públicos Santos está com várias obras simultâneas, entre elas as da Sabesp, ampliando a rede, e do VLT, aumentando seu percurso. Essas intervenções melhorarão as condições da nossa cidade e a nossa qualidade de vida. Porém, há leis municipais que estabelecem que as obras de infraestrutura prevejam a mudança do cabeamento aéreo para subterrâneo, sejam elas municipais, estaduais ou federais. Falo da Lei Municipal 3.322/2016 e da norma baseada do Projeto de Lei Complementar 3/2018, do vereador Braz Antunes. Porém, não vejo essas obras em andamento contemplarem este aspecto em sua totalidade. Lamento que os órgãos públicos não cumpram de forma integral as próprias leis e que as instituições de fiscalização, como Promotoria ou a Câmara Municipal, não atuem nesse sentido. Karl Kristian Bagger - Santos Privatizações Em resposta a um missivista que aqui defendeu que tudo deveria ser privatizado, quero lembrá-lo de que o Governo Federal não cobra nada caro, muito pelo contrário. Vários serviços são gratuitos, como SUS, Farmácia Popular e as vacinas que negacionistas insistem em não dar aos seus filhos. Sempre defendi todo serviço público, mas o leitor deve estar satisfeito com o Governo de São Paulo, que já privatizou a Sabesp e prevê novos pedágios nas estradas da Baixada Santista. E muitas outras vendas acontecerão no Estado, como o governador já falou. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Apostas on-line Segundo a consultoria PwC, as apostas esportivas devem alcançar, até o fim de 2024, um faturamento de R\$ 130 bilhões no Brasil, comprometendo, principalmente, o orçamento das classes D e E. Essas apostas se tornaram possíveis graças à Lei Federal 13.756/18, sancionada pelo ex-presidente Michel Temer. É algo que me espanta, pois eu ainda pensava que o jogo havia sido proibido em 1945 pelo ex-presidente Eurico Gaspar Dutra, medida que à época ocasionou o fechamento de grandes hotéis. Não sou contrário ao jogo, desde que ele seja restrito a cassinos localizados em regiões distantes das grandes cidades e capitais, onde gerariam muitos empregos — vide o exemplo de Las Vegas. Luiz Antônio Alves de Souza - São Paulo Sustentáculos invisíveis Ignácio de Loyola Brandão, estamos caminhando juntos! Nada nos impedirá de seguir adiante apesar dos limites da idade. Sou sua fã incondicional e saboreei cada pedacinho da sua bem-humorada crônica em A Tribuna! Daisy Zamari Pereira - Santos