Foto ilustrativa (Vanessa Rodrigues/ AT) Trânsito Como moradora da Rua Cel. Proost de Souza, no Embaré, em Santos, observo o crescimento de prédios e do trânsito. Essa pequena rua vai acolher mais dois prédios de múltiplas unidades, o que congestionará mais o local. Por isso, sugiro à CET-Santos mudanças em duas vias. No caso, a Proost de Souza, que hoje tem mão dupla, passaria a ter mão única, sentido Rua Sampaio Moreira para Rua Oswaldo Cochrane. E a Rua Sampaio Moreira teria a mão invertida, no sentido da Avenida Epitácio Pessoa para a praia. Acredito que com essa mudança o tráfego local teria mais fluidez e evitaria futuros contratempos em rua de mão dupla. Patrícia Ruas Gomes - Santos Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! Limpeza urbana A parceria público-privada (PPP) para a limpeza urbana de Santos custará quase R\$ 8,8 bilhões – quase um túnel Santos-Guarujá e meio. Que haja melhoras substanciais no serviço e cobrança por resultados. Hoje, não vejo diária em todos os bairros, o que prejudica canais e praias, observo acúmulo de detritos e entulho em diversas ruas e faltam contentores nos bairros populares. A reciclagem é ínfima: não percebo campanhas de conscientização e estímulo. Por exemplo, na praia inteira, não há lixeiras segmentadas – imagine-se o que se deixa de reciclar. Enfim, carecemos de inovação, criatividade e eficiência. Wagner de Alcântara Aragão - Santos 133 anos O gigante do Hemisfério Sul completou mais um ano de vida. De fato, ele foi desenvolvido e há muito a comemorar. Contudo, há um longo caminho a percorrer. Primeiramente, a legislação que o regulamenta. Há também desafios viários para que se eliminem gargalos logísticos em diferentes épocas do ano. Por último, podemos considerar como item prioritário nessa caminhada a própria estrutura do porto. Apesar de sua relevância, está muito aquém quando comparada com portos asiáticos, europeus e norte-americanos. Além disso, apesar de gigante, ele é limitado. Atualmente, os terminais atuam com 100% de sua capacidade. Os desafios são muitos, mas podem ser superados com investimentos e ações eficientes, planejadas em conjunto entre iniciativas pública e privada. Wagner Fernandes Guardia - Santos Escolástica (1) Dois deputados que representam Santos estão em articulações para instalar no casarão da antiga EE Escolástica Rosa, tombado pelo patrimônio, uma escola militar. É um absurdo. Para o casarão, estavam previstos uma galeria, escolas de artes, de música, e educação ambiental, museus da cidade, oficina de restauro e um anfiteatro. É preciso sensibilizar empresários santistas e a sociedade na aplicação de recursos da Lei Rouanet de forma a impedir essa mudança, com uma escola militar no lugar de opções de cultura. Helio Julio Marchi - Santos Escolástica (2) Enquanto havia a possibilidade de utilizar a antiga EE Escolástica Rosa para abrigar uma galeria, escolas de artes e museus, o que fizeram os políticos de Santos? Nada. Agora, surge a possibilidade de destinar o espaço a uma parcela reduzida da população, com a proposta de uma escola de ensinos Fundamental e Médio. Contudo, já existem dezenas de escolas desse nível, que certamente atendem ao público proposto. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Escolástica (3) Já me foram dadas oportunidades por este jornal de clamar por solução ao fechamento da antiga EE Escolástica Rosa e agora, via políticos locais imbuídos de cidadania, surge uma luz no fim do túnel. Que se crie a escola cívico-militar, que se viabilizem estudos técnicos profissionalizantes, como no passado, enfim, que surja qualquer coisa útil no belíssimo e bem localizado imóvel, que não pode ficar sem atividades. Oremos para que antagonismos políticos não impeçam essa investida. Luiz Alberto Reis - Santos