[[legacy_image_217075]] Ser médicoDesconheço o leitor João Horácio Caramez, limitado em seus comentários a meu respeito e à classe médica responsável e ética que represento, frente à presidência da APM Santos. Aconselho-o a prestar vestibular para entrar numa boa escola médica, que cumpra os seis anos de dedicação exclusiva ao curso de formação, que depois faça no mínimo mais 3 anos de residência médica, que preste exames para obter título de especialista numa área que melhor lhe convier, que pratique a medicina em sua integralidade, que se atualize constantemente mediante participação em congressos, que faça, publique e leia trabalhos científicos, que faça mestrado, doutorado… enfim! Que estude medicina em todos os seus aspectos, para poder, com propriedade, palpitar baseado em ciência, em conhecimento e não em literatura torpe. Repito o que antes e aqui escrevi: médico não se fabrica, não se molda, não se planta e nem se colhe! Ser médico é possuir o dom, que nos é nato, de curar quando possível, aliviar quando necessário e consolar sempre! E este dom não é para qualquer um. António Joaquim Ferreira Leal - presidente da APM santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Cirurgias robóticasNa semana que passou a Santa Casa de Santos atingiu um número de 100 cirurgias robóticas, com plataforma Da Vinci Xi, a mais moderna do mundo e que no Brasil pouquíssimas instituições a possuem. Um orgulho para nossa cidade e toda região, que inclusive vem recebendo cirurgiões e pacientes de diversos locais do Estado e do Brasil. Salientar o enorme e árduo envolvimento das diretorias e do provedor Ariovaldo Feliciano na manutenção deste projeto de primeiro mundo. Aos médicos, enfermagem , engenharia clínica, enfim, todos os envolvidos o desejo de sucesso e que venham mais cirurgias para trazer o que existe de melhor para os pacientes que procuram o maior e melhor hospital da Baixada Santista. Eloi Guilherme Moccellin - Presidente do Sindicato dos Médicos de Santos e Região Quiosque em SVAcertada a decisão de demolir todos os quiosques da Praia de São Vicente na região da Biquinha. Aquele visual lindo da região agora está aberto e livre para todos. Os quiosques demolidos pareciam banheiros escondendo a linda paisagem praiana. Espero que não façam novamente quiosques semelhantes que escondam a beleza da enseada. Jorge Coelho - Santos EleiçõesO eleitor consciente, não apaixonado, que dá seu voto após analisar os prós e contras dos dois candidatos a Presidente da República, se sente como Jesus Cristo na cruz tendo ao lado dois malfeitores, que cometeram crimes em seus governos. Jesus Cristo perdoou um deles por ter assumido e pedido perdão por seus erros. Os dois candidatos não têm a humildade e respeito pelos eleitores em admitir suas falcatruas e crimes em seus governos. O eleitor consciente como deve agir no momento de dar seu voto? Votará no malfeitor de menor número de crimes ou deixará de votar? Manuel Gusmão Filho - Santos Bandeira no PlanaltoVento forte rasga a bandeira gigante colocada na fachada do Palácio do Planalto. Muitas vezes, o homem destroi. Mas a natureza se rebela para fazer com que ele, pelo menos, reflita pelos atos que comete. Wagner Fernandes Guardia - São Vicente PrivatizaçõesEu gostaria de saber o porque essas pessoas que tanto falam em privatizações não arrumam um jeito de tirar as obras das mãos das estatais e façam com seus próprios dinheiros, com contratos por tempos determinados, para que depois não venham dizer que as empresas dão prejuízo. Essas pessoas que veem nas privatizações as soluções das estatais poderiam me dizer o porque a primeira atitude do capital privado é demitir grande parte de seus funcionários? Digo isto porque eu era funcionário da antiga Cosipa, que só em seus quadros abrigava mais de 13 mil funcionários, fora os trabalhadores das empreiteiras. Bastou privatizar para que seus funcionários fossem demitidos, restando poucos funcionários na Usiminas, que hoje são pouco mais de 2 mil. Hoje, a nossa Baixada Santista, que já foi um celeiro de em pregos, encontra-se com poucas empresas, mantendo o mesmo nível de empregos de épocas passadas. Com as privatizações das estatais e as mecanizações, brevemente será difícil aparecer algum trabalhador com carteira assinada. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho