(Raul Baretta/Santos FC) Idolatria Vivemos em um país altamente democrático, o que nos permite opinar e escolher livremente nossos candidatos, independente de ideologias políticas. Apesar disso, uma boa parcela de nosso eleitorado se divide em idolatria entre o presidente Lula e o ex-presidente Bolsonaro, travando feroz luta nas redes sociais, com ofensas mútuas. Embora essa clima de antagonismo gere um desvio da democracia, o eleitor tem todo o direito de apoiar quem deseja. A oposição é importante pilar do direito democrático. Também é preciso reconhecer que tanto Lula como Bolsonaro são figuras importantes de nossa história política e devem ser respeitados. Se essa idolatria fosse apenas entre os eleitores, tudo seria normal. O grande problema é que ela se estende ao Congresso, contaminado os parlamentares, que esquecem que foram eleitos para defender os interesses do país e não de seu grupo de apoio. Afinal que paga seus salários e suas mordomias é o povo. Orlando Machado - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Política Dê-se nota à criatividade malabarista para encontrar argumentos em defesa ao inelegível, futuro presidiário. A visão turva, a indignação seletiva e a defesa cega em relação a quem quase destruiu o país chega a impressionar e seria cômica não fosse trágica. Renato Caetano de Jesus - Santos Candidatos Aproxima-se a temporada das eleições para prefeito. Época de promessas, algumas inexequíveis, outras mirabolantes, outras usurpadas. Conclamo os eleitores a pesquisarem como seus candidatos gastam nosso dinheiro nos seus atuais cargos políticos. Vale a pena passar essa raiva. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Felicidade Como se enganam as pessoas que somente veem a vida pelo lado material. Ser feliz é algo mais do que elas entendem ser. Sabemos que muitas pensam que a felicidade consiste em ter condições financeiras para comprar tudo que aparece ou fazer o que bem querem. Mas a verdadeira felicidade está na consciência tranquila do dever cumprido. E isso pode ser observado por todos neste mundo, onde há pessoas que vivem com pouco e são felizes. Procurem compreender a razão de ser dos fatos que acontecem. Não temam nada, sigam os exemplos de honra. A honestidade é um farol que ilumina a consciência humana, clareando o caminho do trabalho digno. Como são felizes as pessoas honestas e trabalhadoras. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Nem ponte nem túnel Com as variações climáticas no planeta, em 300 anos a vida na Terra será diferente. O degelo dos polos aumentará e os oceanos atingirão as cidades à beira-mar. Se vamos fazer um investimento no canal do porto, tanto a ponte quanto o túnel vão custar caro e não vão acompanhar as mudanças climáticas previstas. Por que não criamos um segundo transporte de balsas para veículos leves, num ponto do cais de Santos ligando a Vicente de Carvalho, usando o sistema viário atual até o Centro de Guarujá? Balsas para 18 veículos, com rampas de acesso próprias. Nívio André de Rezende - Santos Saúde Recentemente, alguns planos de saúde passaram a notificar o desligamento de seus associados por carta, em virtude da idade do cliente. Ou seja, a pessoa paga o plano e quase não o utiliza a maior parte do tempo por gozar de boa saúde, mas quando chega a velhice e os cuidados se tornam periódicos, simplesmente a empresa se desinteressa, manda uma carta e encerra o assunto. Seria interessante e pedagógico que fosse proposta uma estabilidade por tempo de contribuição, apoiada em lei. Por exemplo: a partir do 5º ano, 10º ano ou 15º ano de contribuição, o associado só poderia ser retirado do plano se a iniciativa partisse dele. Isso terminaria com a injustiça a quem paga a vida toda por um amparo médico e recebe uma carta desse tipo. Dirceu Marques Mattos - Santos Limitação e displicência A última passagem minha por estas linhas para falar do Santos Futebol Clube foi alvissareira. O time (recém-formado) estava na final do estadual mais disputado do País. O início da inglória Série B, por sua vez, tem sido enfadonho, para dizer o mínimo. Desde a primeira partida, salta aos olhos um futebol arrastado e bastante desinteressado, salvo poucas exceções, como o jovem e promissor JP Chermont, o preciso zagueiro Gil e o batalhador Diego Pituca. Se no segundo quadro do futebol brasileiro a técnica é claramente limitada, aqui do lado praiano, para um time montado com a roupagem de uma Série A, o que se vê deveras limitada é a vontade dentro de campo. Nossos nada briosos jogadores estão limitados não pela técnica, mas pela própria displicência no trato da competição e da camisa. Marcel Stivaletti - Santos