[[legacy_image_100881]] Tenho por hábito ser otimista. Sempre fui. Certo ou errado, acho que sendo otimista, planejo melhor minhas coisas, meus projetos e, de uma forma ou de outra, eles acontecem. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Assim, procuro sempre uma opinião positiva em relação àquilo que me cerca e envolve minha região e País. Hoje, reafirmo meu otimismo para que as coisas finalmente comecem a andar de forma que possamos viver dias melhores. Segundo Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda, o setor de serviços será a grande mola propulsora para a economia brasileira nos próximos meses, com grande parte da população já imunizada. Para isso, teremos que seguir uma prática “receita de bolo”. Para ele, a retomada será quase que automática, tendo em vista uma demanda reprimida de produtos e serviços. O setor de viagens, por exemplo, deverá ter uma procura a ponto de colocar seus índices muito acima do patamar médio. Além dele, outros setores também deverão se beneficiar dessa “necessidade de recuperar o tempo perdido”. Outro conceituado economista, José Márcio Camargo, professor da PUC-Rio e economista chefe da Genial Investimentos, aponta que a economia brasileira estará em outro patamar no final deste ano e provavelmente no período eleitoral de 2022, porque a sensação de bem-estar deve melhorar daqui pra frente. Camargo também apoia sua projeção no setor de serviços. Outro dado importante é que o emprego informal – responsável por cerca de 5 milhões de pessoas - caminha para sua retomada. Ele se refere aos pequenos comércios como bares, restaurantes de bairro e empregados domésticos. Que Deus nos permita avançar. Que seja um pouco por dia. No final, um longo caminho terá sido percorrido.