[[legacy_image_33684]] Minha geração não viu Pelé jogar. Também não vimos o bi-campeonato mundial. E quando garoto, vivenciei um longo período de seca em relação a títulos. Então, posso dizer que nasci alvinegro já que não tive essas influências na hora de escolher um time. Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Ao longo dos anos, sempre acompanhei o Peixe. Porém, muito mais nas arquibancadas do que nas decisões políticas. Primeiro porque durante minha pré-adolescência e boa parte da juventude, morei nos Estados Unidos. Depois de um tempo, infeliz com a forma como o clube era conduzido, resolvi me posicionar e participar das decisões. Fiz parte de uma das chapas, que perdeu a eleição, mas pela proporcionalidade consegui me eleger conselheiro do clube. Agora, com o recente afastamento do atual presidente José Carlos Peres, seu vice, Orlando Rollo, assumiu o controle do time e decidiu de imediato destituir o Comitê de Gestão, formando um novo no qual me incluiu como membro o que me trouxe muito orgulho. Com essa função, terei que ajudar Rollo a administrar o clube, tendo co-participação nas decisões dentro e fora de campo. A situação atual do Santos F. C. é preocupante. O time tem diversos problemas de caixa com atrasos no pagamento de salários e direito de imagem, tem sofrido punições da FIFA por falta de pagamento em transações e há 16 anos não conquista o campeonato brasileiro. Sabemos que viveremos um momento difícil, enfrentando situações amargas e muita pressão. Mas temos que preparar o clube, equilibrando as contas e mantendo um time forte para as próximas eleições, que deverão acontecer em dezembro. Vamos suar muito a camisa para recolocar o Santos em um lugar digno de sua história e longe de polêmicas e notícias ruins. Apitou o juiz. Começamos o jogo.