Nove navios partiram dos portos de Itajaí (SC), Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santos (SP) e Paranaguá (PR), que estreou nesta temporada com 16 escalas e quase 42 mil leitos ofertados (Alexsander Ferraz) O Brasil acabou de se despedir da temporada de cruzeiros 2023/2024, com a partida do navio Costa Favolosa de Recife, rumo à Europa, neste mês de maio. Foram 195 dias - quase sete meses - de navegação por 19 destinos no Brasil e América do Sul. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Os números oficiais serão lançados em agosto, durante o 6o Fórum Clia Brasil, mas, com o aumento do número de leitos ofertados, mais destinos, maior duração e ampliação de escalas e roteiros, as expectativas apontam para resultados positivos. Existe a possibilidade de alcançar ou até ultrapassar os números da temporada antecessora, que contabilizou quase 803 mil cruzeiristas embarcados e injetou R\$ 5,1 bilhões na economia brasileira (gastos das companhias marítimas, dos tripulante e dos cruzeiristas com restaurantes, compras, presentes, alimentos e bebidas, além do transporte antes e após a viagem, passeios turísticos, transporte nas cidades visitadas e hospedagem antes ou após o cruzeiro). Nove navios partiram dos portos de Itajaí (SC), Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santos (SP) e Paranaguá (PR), que estreou nesta temporada com 16 escalas e quase 42 mil leitos ofertados. Foram centenas de roteiros por Angra dos Reis, Balneário Camboriú, Búzios, Fortaleza, Ilha Grande, Ilhabela, Ilhéus, Porto Belo, Recife, incluindo Buenos Aires, Montevidéu e Punta del Este, que ajudaram a trazer dezenas de milhares de argentinos e uruguaios para visitarem o Brasil. Além disso, a temporada 2023/2024 também reforçou o Brasil como rota de importantes companhias marítimas internacionais, mas os números mostram que há muito a melhorar. Dos 79 navios que circularam pela América do Sul, apenas 44 fizeram paradas em destinos brasileiros. Os resultados oficiais ainda não foram fechados, mas a expectativa para a temporada é positiva, com a possibilidade de obter bons números de passageiros embarcados, empregos e geração de renda. Mas vemos isso com cautela. Para acompanhar o crescimento mundial e atrair novos navios, o Brasil precisa melhorar sua competitividade em termos de infraestrutura, custos, regulação e desenvolver novos destinos. Continuamos trabalhando para isso.