[[legacy_image_8773]] Quando o sinal do intervalo dispara e um grupo de alunos deixa a sala de aula para colocar em dia a conversa com os colegas, muitos têm algo bem mais picante para mostrar no visor do celular. O que os excita são as cenas de adolescentes nuas ou praticando sexo. Não se trata de cenas baixadas da internet, mas gravadas por colegas e distribuídas por tecnologias que todo celular hoje em dia tem acesso. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Aliás, nesses tempos de pandemia já havia um alerta para cuidar dos jovens e crianças que estavam a mais tempo do que o costume usando a internet, pois nem sempre pessoas de boa intenção aproveitavam a oportunidade para cooptar e abusar. O fenômeno de fotografar ou filmar a si próprio em momentos de intimidade e transmitir as imagens por celular nasceu nos Estados Unidos, onde o ato é chamado de "sexting" - neologismo que une “sex” (sexo) e “texting” (a troca de mensagens de texto pelo telefone). Em pouco tempo, a mania se espalhou como um vírus. O sexting é mais comum do que imaginam os pais. As histórias nem sempre têm desfecho inocente - a brincadeira que costuma oscilar entre a travessura e a pornografia está virando um problema para pais e os próprios adolescentes. No Brasil ainda não há dados sobre a extensão do fenômeno, mas como tudo que pega lá fora o povo ‘tupiniquim’ acha que é novidade, vale a pena conhecer, para cuidar e coibir. Pais, atenção às fotos que seus filhos postam! Começam com uma inocente barriguinha de tanquinho e depois a curiosidade e a voracidade fica descontrolada. Infelizmente, hoje existe a necessidade de uma liberdade vigiada, pois os meios de invasão de privacidade se multiplicam de forma geométrica. Crianças e jovens, atenção! Pais, cuidar e participar é a melhor forma de coibir esses invasores e proteger os jovens.