[[legacy_image_359168]] Um dos fatores por trás do interesse do pequeno investidor por investimentos é o dividendo. Esses proventos são pagos pelas companhias de capital aberto (ação na Bolsa) na hora de distribuir seus lucros e pingam na conta todo mês, trimestre ou ano, com o prazo variando conforme a empresa e desde que não haja prejuízo. Mas o desafio é investir na hora certa. Há empresas que pagam dividendos sempre, outras remuneram muito pouco ou entram numa má fase e mergulham no prejuízo, enquanto algumas entregam uma bolada, que depois não se repete. O grosso do trabalho da escolha das melhores ações pagadoras de dividendos é feito por especialistas, que cobram para isso. As corretoras costumam divulgam carteiras, listas com as empresas mais recomendadas, que a coluna publica em forma de ranking todo começo de mês. O problema é que o perfil, como metas e capacidade de suportar risco (como ver o patrimônio encolher e sofrer com isso) varia de investidor para investidor. Para esses caçadores de proventos, o mercado passou a ofertar ETFs especializados em dividendos. Ao invés de fazer a escolha do que considera as melhores opções, esse trabalho é feito pelos gestores desses ETFs, obviamente cobrando uma taxa para isso. O ETF é um fundo, com a facilidade de ser comprado na Bolsa. Basta ter home broker ou app de investimento em renda variável para adquirir suas cotas. Assim como as ações, os ETFs têm uma sigla (ou ticker) com letras e números que são digitados e comprados na quantidade desejada. Os valores são acessíveis, como algumas dezenas de reais, que valorizam ou recuam, com a vantagem de também pagar dividendos, que vão engordar o saldo. Para pagar dividendos, esses ETFs compram ações que seus gestores acham as mais eficientes para esse fim. Mas nem tudo é tão simples. O investidor precisa saber se o ETFs escolhido é mais arriscado e se as empresas escolhidas são promissoras. É preciso olhar a taxa de administração e comparar com as de outros ETFs, que ainda são poucos no Brasil. Mas se quiser ampliar esse horizonte, há ETFs de dividendos no exterior, como os americanos, sendo remunerado em dólar. Para isso, será necessário abrir conta nos EUA, o que pode ser feito pela internet. A COLUNA NÃO FAZ RECOMENDAÇÃO DE INVESTIMENTO. ELA É APENAS INFORMATIVA PARA O INVESTIDOR, CONFORME SEU PERFIL, TOMAR SUAS DECISÕES.