[[legacy_image_63330]] Combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti é o objetivo da nebulização que está sendo feita no Rádio Clube desde quarta-feira (10). A ação seguiu nesta sexta-feira (12) e terá sequência a partir de segunda-feira (15), abrangendo também parte do Castelo, outro bairro da Zona Noroeste. Esta é a primeira nebulização deste ano com a dispersão do inseticida feita a partir de um veículo, o chamado fumacê. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! O Aedes transmite dengue, chikungunya, zika e febre amarela urbana. As duas primeiras doenças estão com número grande de casos confirmados em Santos: 80 de chikungunya e 66 de dengue - não há registro de zika e a última notificação de febre amarela data da década de 1940. A chefe técnica da Seção de Controle de Vetores, da Secretaria Municipal de Saúde, Ana Paula Favoreto, informa que de quarta-feira até sexta-feira (10 a 12) o inseticida foi aplicado em 57 quadras do Rádio Clube, com apenas um carro fumacê. A partir de segunda-feira (15), a ação será intensificada com o reforço de mais um veículo para a dispersão do produto. Fumacê A nebulização com o fumacê é diferente das outras quatro realizadas em Santos este ano - Estuário, Ponta da Praia, Macuco e Gonzaga. Nas anteriores, o produto era dispersado com um equipamento costal colocado nos agentes. Essa aplicação é mais direta, direcionada a pontos como ralos e vasos com plantas. "Neste caso, a recomendação é para que o morador saia da residência por 30 minutos". Já na nebulização com o fumacê, explica Ana Paula Favoreto, o morador não precisa sair de casa. "O veículo tem que passar três vezes no mesmo local para ter eficácia. Pedimos que deixem portas e janelas abertas e, se possível, que levantem a colcha da cama porque o mosquito gosta de se esconder em locais com pouca luminosidade". A chefe da Seção de Controle de Vetores, Letícia Schleder, destaca que a nebulização combate apenas o mosquito adulto. "Se a pessoa tiver larvas e ovos do Aedes dentro de casa esse ciclo continua e vão nascer novos mosquitos. Devemos continuar atentos a locais como ralos, não deixar material jogado nos quintais e ver se há água na bandeja das geladeiras".