Experiência da comitiva na Coreia do Sul foi considerada fantástica, com imersão na tecnologia e da inovação, em portos e multinacionais (Rodrigo Nardelli/TV Tribuna) A valorização da união, da tecnologia, da educação e do potencial de fazer as coisas com planejamento são os principais ensinamentos levados pelos integrantes do Grupo Tribuna na Missão Internacional Porto & Mar Brasil - Coreia do Sul 2024. O diretor-presidente da TV Tribuna, Roberto Clemente Santini, ressaltou a importância do Porto de Santos dentro de todo esse processo. “Estamos levando tecnologia e ideias para melhorar e desenvolver cada vez mais nosso complexo portuário, mas com certeza temos um orgulho muito grande do nosso Porto e notamos o respeito que os empresários e a autoridade portuária daqui tem por nosso País e pelo Porto de Santos”, afirma. Roberto Clemente Santini também chamou a atenção para o nível muito alto do grupo que esteve no país asiático. “São profissionais, CEOs que estão aqui, além da parte política e pública. Encerramos essa visita em um nível muito alto e felizes de podermos levar ideias para o desenvolvimento do Porto de Santos”, descreve. O diretor-presidente de A Tribuna, Marcos Clemente Santini, considerou muito positivo o saldo da viagem. “Os empresários gostaram muito e, primeiramente, quero parabenizar a todos. Foi uma união, uma viagem, uma missão muito importante para todos, mas acho que a união de todos foi muito importante. Todos se deram muito bem e mostraram-se muito engajados em aprender um pouco com o povo coreano”, comenta. Educação e planejamento O diretor Comercial do Grupo Tribuna, Demetrio Amono, lembrou do papel de transformação que a educação propiciou à Coreia do Sul. “Há 30 anos, a Coreia estava muito atrás do Brasil e, com todo o investimento que fizeram na educação, o país é referência em tecnologia e inovação”, afirma. Amono comparou a viagem deste ano com a de 2023, quando a missão esteve em Israel. “Tivemos uma experiência fantástica em Israel e o desafio era superar o que vimos lá. Saímos da Coreia com o dever cumprido com o que vimos na indústria eletrônica, automobilística, o impacto disso no Porto e a relação Porto-Indústria, com direito até a vermos a construção de um navio em um dos maiores estaleiros do mundo, até que fosse colocado na água. Foi algo fantástico”, descreve. O consultor para assuntos portuários do Grupo Tribuna, Maxwell Rodrigues, ressaltou a importância do planejamento, muitas vezes deixado de lado em razão do imediatismo. “Acho que a gente leva para o Brasil uma reflexão de que temos um potencial enorme de fazer as coisas, mas olhamos muitas vezes para o imediatismo do que necessariamente para o planejamento. A gente fala de planejamento e parece que é uma palavra viciada. Muita gente fala que o porto é chato, mas vimos aqui que porto é um negócio monstruoso”, comenta.